Tessália saiu do BBB e eu não vi porque hoje não teve carnaval.
2010 é ano de carnaval-sim. Seria melhor se fosse carnaval-sim-BBB-não, mas nem tudo é perfeito.

Policial.
Colegial.
Super-fada.
Noiva-diaba.
Noiva-oncinha.
Marylin Monroe.
Mulher Maravilha.
Morena Bossa Nova.

E só dá ela. Na passarela.
Vai faltar bloco, sobrar fantasia. Te vejo por aí.
Ao clã Caiado, meus agradecimentos por – dentre outras coisas – fazer ressurgir meu espírito carnavalesco :)

Beijoca.

Cresci e ainda brotam as brotoejas.
Cresci e ainda tenho medo das baratas.
Cresci e o medo do escuro não foi embora.
Cresci, mas ainda adoro todas as lagartixas.
Cresci, mudei de casa, e o banheiro segue sendo meu cômodo preferido.

Leite de magnésio, roupas frescas, receita de mãe.
Jato forte d’água, afogada, lição de irmã mais velha.
Canto música, torço para não durar, esse sempre foi solitário.
Chamo de Stephanie, apresento aos amigos, salvem as lagartixas.
Privada, privacidade, me privo de pensar na vida, nos outros, no mundo. relax.

Por vezes, não sei se cresci.
Na maior parte do tempo, não parece.
Ney Matogrosso foi embora do Rio, e eu não vi.

(da minha mente, atualmente, só saem coisas assim, meio esquisitas. não se assuste, querido leitor. e não me deixe só, que eu tenho medo do escuro. eu tenho medo do inseguro. do fantasma da minha voz. de deise chata da mata)

que volte minha inspiração para os escritos.
que volte o tempo que permite a inspiração para os escritos.
que volte a disposição que me faz acordar cedo que permite o tempo que permite a inspiração para os escritos.
que eu volte.

meus queridos 15,7 leitores: torçam. e me aguardem.

Não, eu não beijei o Ney :)
Mas quero ir ao show. Até o próximo domingo 17.
Parece que este show está mais sério, com figurinos mais tradicionais e menos dança. Uma pena porque eu queria mesmo era ver o Ney todo pintado, de tanga, dançando como parece que era o show anterior “Inclassificáveis”. Mas acho que o tradicionalismo e pouca dança de Ney não devem ir assim tão longe, e acho que vou gostar de Beijo Bandido mesmo assim.

Agora o convite: quem quer ir comigo?
Não sei porque meus amigos não gostam de Ney Matogrosso.
Se você quiser, deixe comentário, mande email, ligue, pronuncie-se.

Beijos a todos.

Eu vou ser tia. De Iara (iaiá pra Tia Deise) ou de Iuri (iuiú pra Tia Deise).
Mas se engana quem acha que sou tia de primeira viagem.
Faz tempo, fui tia de Spot, depois de Xabi, de Sol, de Figo e finalmente da Mel. 5 sobrinhos, entre felinos e caninos.


Spot (na foto) nos deixou ontem, deixando mamãe inconsolável, e todos muito tristes.

Lembro do Spot correndo no apartamento de Botafogo, pelas paredes! Sim, pelas paredes. Spot era um super gato.

Era também cheio de vontades. Lembro do período de adaptação em Vila Velha, quando passei algumas horas “presa” na varanda esperando a Dani chegar, enquanto o Spot dominava a casa e rosnava furioso se eu tentasse entrar. Foi um período difícil pra ele, mas se adaptou. E adorou quando foi morar em casa, e as paredes não eram mais um limite. Gostava de rua, tinha o espírito livre. Era aventureiro, destemido, pra não dizer abusado.

Era exímio caçador. Adorava caixas, um super brinquedo, muito divertido. Eventualmente, mantinha uns namoricos com Xabi e sempre foi super carinhoso com a Sol, a quem ele elegeu irmã, não namorada. Spot era mesmo um gatão, olhão azul, porte bonito, robusto.

Foi um gato muito feliz, disso tenho certeza. Muito bem tratado, mimado e amado pela mamãe e papai, deixará saudades em toda a família. Na eventual namorada Xabi, na irmãzinha Sol. Até Figo e Mel sentirão falta daquele abusado que botava os dois pra correr.

Sempre brinquei que Spot não gostava de mim. Como diz a Dani, ele sempre foi o dono da casa. E andava com pose de rei, como quem diz “quem és tu, invadindo meu reinado? ajoelhe-se aos meus pés, ó relés mortal”. E eu, orgulhosa e implicante, também fingia ignorá-lo. As vezes, ele abria a guarda e parava do meu lado. Nessas horas, sempre ganhava carinho.

Pra Dani, deixo beijos, abraços a distancia, carinhos e cafunés.
Pro Spot, deixo declaração que nunca fiz em vida: Spot, eu também gostava muito de você. Me fará falta.

Acometida por um incontrolável desejo de ler, obedeço.

Escolhas argentinas: Borges e Cortázar.

O primeiro sempre quis, me remete a aulas de física quântica (!), e faço minha estréia. O segundo chegou pelo Foto na Parede, e me trouxe curiosidade.

Recomendo os dois. E transcrevo um pequeno texto do Borges. Se você gostar desse, pronto: você irá gostar de Borges, como eu.

as unhas.

Docéis meias os afagam de dia e sapatos de couro bem pregado os protegem, mas os dedos dos meus pés não querem saber. Nada mais lhes interessa além de emitir unhas: lâminas córneas, semitransparentes e elásticas, para defender-se; de quem? Brutos e desconfiados como eles só, não deixam nem por um segundo de preparar esse tênue arsenal. Renegam o universo e o êxtase para continuar elaborando infindavelmente pontas inúteis, que aparam e tornam a aparar as bruscas tesouradas da Solingen. Em noventa dias crepusculares de resguardo pré-natal estabeleceram essa única indústria. Quando eu estiver recolhido no La Recoleta, em uma casa cinzenta guarnecida de flores secas e talismãs, continuarão seu obstinado trabalho, até que os modere a decomposição. Eles, e a barba em meu rosto.

Jorge Luís Borges.

Acabo de assistir o primeiro filme que “baixei” na vida. Estou até emocionada. Pelo ato e pelo filme: “My sister’s keeper” – não lembro o nome em português, talvez ainda esteja nas salas de cinema. Com a menininha fofa de “Little Miss Sunshine”, cuja personagem foi concebida para ser doadora da irmã que tem leucemia. Gosto de ver filme que me faz chorar, será que é normal?

Registro também que baixei o 2o filme: “Abre los ojos”, do Amenabar, versão original e espanhola de Vanilla Sky. Ainda não vi.

A onda do momento inclui também baixar trilha sonora de filmes. Contabilize: “Beleza Roubada” (linda!), “Kill Bill” (1&2), e ainda em andamento “Before Sunrise” e “Before Sunset” e “Pulp Fiction”.

Será que dura a nova onda? Se durar tanto quanto a mania de limpar paredes, sei não.

(registrado por Deise Lima)

“Em uma das historias de ‘Peter Pan’, Peter perde sua sombra que, cheia de vontades, decide ficar na casa de Wendy. No universo infantil, a sombra parece autonoma – se movimenta quase que sozinha – num eterno jogo de imitar o mestre. Damiao Santana transforma a sombra em personagem principal desta imagem, cheia de cor, movimento e fantasia.”

Vc lembrava dessa história? Eu não. Coisas de Dani Lima para me lembrar, e ainda com imagem para ilustrar. Ah, e Foto na Parede está com imagens que remetem ao universo infantil em promoção, até dia 19. Confira!
balanco

O que eu sempre lembro é do sorriso sem gato da Alice (no país das maravilhas). E do medo que eu tinha da Rainha de Copas. E do coelho sempre muito apressado. Adorava Alice.

Alice também me lembra que, recentemente, vi um travesseiro da FOM (esses deliciosos, com bolinhas de isopor dentro) no formato do gato da Alice! Vi numa loja de roupa de cama, não lembro qual. Seria ótimo presente de aniversário pra mim, viu? Só não sei se estou pronta para me despedir de Serenata – quem o conhece, sabe. Amo Serenata, me acompanhou em tantos momentos mas ele tá tão velhinho…

E Feliz Dia das Crianças!!

convite_digital

Será a primeira de muitas, mas isso não é desculpa para você não aparecer, viu?
No Espaço Figura, na Lapa. Próximo fim de semana, sabado 17 de 16 as 22h, domingo 18 de 16 as 20h.
Todos os quadros estarão a venda. Eu repito: você não pode perder!

Alguém que goste de mim, por favor, peça para as lojas pararem de me ligar?
Mês de aniversário é sempre isso. Muitas ligações com ofertas de descontos.
Podia ser presente de graça.

Me pergunto se sabem que sou consumista. Talvez pelo valor da minha última compra? Pelo signo?
Eu não quero gastar dinheiro. Alguém – que me aprecie – me ajuda, por favor?

De tudo um pouco:

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Crianças em Adícora II

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Adícora

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