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… e em Roma!!
Sempre ouvi dizer que havia muita capoeira pela Europa. Mas nao imaginava como seria.
Em Paris, conheci dois italianos capoeiristas – Alessandro (o namorado da Monise) e seu irmao Francesco. Pertencem ao grupo Soluna, liderado pelo Mestre Pudim – de POA.

Chegando em Roma, fui satisfazer minha curiosidade. E que saudade me deu da minha capoeira!!
E como fiquei feliz ao chegar em um lugar cheio de gente com bandeira do Brasil na calça, blusa do Olodum, todo mundo cantando em portugues. Berimbau, pandeiro, sorteio de amigo-oculto!! E muito italiano cheio de ginga, cheios de finta.

Italianos falando portugues, viajando pra Salvador, Rio de Janeiro, Chapada Diamantina, Jericoaquara!! Eh a capoeira inserindo o Brasil no cenario turistico internacional.

O grupo Soluna, segundo o Mestre Pudim, eh o maior na Europa. Pena que roda so aos sabados, entao so assisti uma aula com uma parte do grupo. E eles organizam eventos de capoeira pela Europa, e volta e meia tem batizado em Hamburgo, super-roda em Amsterda e por aih vai.

Chamem-me de piegas, mas me deu orgulho de ser brasileira. E capoeirista.

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Foram 8 dias agradabilissimos em Paris.
Para os que conhecem a minha implicancia de longa data com Paris: sim, agora eu entendi Paris. E gostei 🙂
Paris é uma cidade muito cosmopolita – cultura para todos os lados. Deve ser possivel ir a um museu ou a uma nova exposicao todos os dias do ano. Sem exageros.
E tambem uma cidade muito grande, de ruas amplas, grandes predios que se impoem o tempo todo.
E tem um dos melhores transportes publicos da Europa – de fato, se vai de metro a qualquer canto. Desta vez, andei de norte a sul, leste a oeste da cidade – tudo muito facil e rapido. Das cidades que eu conheco, so Londres se compara nesse quesito.
Infelizmente, eh tambem uma cidade de ceu cinza nessa epoca do ano. E frio, muito frio.
E repleta de gente mal-humorada. Isto é inegavel.

Un petit resumé de Paris:
+ Muitas caminhadas pelas ruas.
+ Muitos jantares italianos, deliciosamente preparados em casa.
+ Muita foto dentro do metro.
+ Georges Pompidou segue sendo meu museu de arte contemporanea preferido no mundo.
+ Alguns outros museus como Rodin, Palais du Tokyo (de arte moderna), Dorsay. Mas museus merecem um post a parte.
+ Exposicoes fotograficas – Robert Doisneau DE GRACA (!!), Fundacao do Bresson, Sabine Weiss no Palais du Tokyo, sobre criancas no mundo no Jardim de Luxemburgo. Exposicoes fotograficas tambem merecem um post a parte.
+ Cinema. Cinema-mudo, cinema iraniano. Descobri que muitas vezes nao eh preciso falar o idioma para entender um filme 🙂
+ Crepe de Nutella. Croque Madame. Vinho bom e barato. Muito Bordeaux. Um queijo maravilhoso que esqueci o nome (Monise, me ajuda pls??).
+ Muito cafe ruim. Chocolate quente entao nem se fala. Quem foi que disse que Paris esta repleta de cafes charmosos?? Podem ate ser charmosos, mas cafe bom nada.
+ Um misto de frances, italiano, portugues e ingles. Catso de comunicazione!!! 😉

Enfim, acho que ate moraria em Paris. Depois de aprender frances.

Au revoir.

A internet no velho continente anda me boicotando. Quando eh gratuita, eh lenta. Qndo eh paga e carissima, eh super rapida 🙂

Ainda devo alguns posts sobre a estadia em Paris, fotografia, projetos fotograficos. Mas com esse preco, e em final de viagem, vai acabar ficando para quando eu voltar ao Rio.

Cheguei hoje a tarde em Roma e, para comecar, fui ver a Fontana de Trevi – aqui pertinho do albergue. Eh linda mesmo, mas cheeeeeeeeeiiiiiiiaaaaaaa de gente.

No entanto, o que mais me deixa feliz sao os 17 graus nesta cidade. Quem diria que um dia eu acharia 17 graus quente. E o ceu azul. Que saudades eu estava de um belo ceu azul.

Uma das conclusoes desta viagem eh que eu realmente nao nasci para o frio – eh um eterno sofrimento com o qual tenho que conviver.

Por enquanto, eh so. Espero poder atualizar isso aqui antes de voltar ao RJ, na sexta.

Beijos a todos!!

1. Minha primeira viagem de trem pela Europa. Decepcao, achei que o trem seria mais rapido. Porem, confortavel.
2. Chegada em Amsterda – que cidade bonitinha! que canais romanticos, que lindas as bicicletas por todos os lados, gracinhas de predios baixinhos contrastando com as super construcoes de Paris.Fotos.
3. Chuva. Frio, muito frio. Umidade.
4. Caminhada. 2h depois – ue, acabou Amsterda.
5. Descansar. Dia seguinte – mais caminhadas, museus.
6. Acordar. Mais frio, mais chuva. Museu de arte comtemporanea – fraquinho. Film Museum – sem exposicao permanente, so filmes e poucos. Van Gogh – unico bom museu da cidade, badaladissimo, caro e cheio. Adoro Van Gogh, mas decepcao novamente – poucas obras, museu pequeno. Bom, mas podia ser muuuuuito melhor.
7. Noite. Bairro frequentado por holandeses – nada de lugares turisticos. Ruas desertas. Cade a maconha a cada esquina?? As prostitutas? A movimentacao??? Amsterda e uma farsa.
8. Onibus de volta pro albergue – diga-se de passagem cristao (isso merece um post a parte). Caminhada pelas redondezas do albergue – prostitutas em vitrines, milhares de homens na rua, maconha para todos os lados. Tudo muito bizarro. Deprimente, triste. E ao lado do albergue cristao. Amsterda nao e uma farsa.
9. Terceiro dia. Ai, ja cansei dessa cidade. Museu de fotografia – que ate q salvou o dia.
10. Que horas mesmo e o trem de volta pra Paris??

Conclusao: Amsterda sem a maconha e prostituicao legalizadas seria uma Bruges na Holanda – cidade bonitinha, passa-se uma tarde e esta mais do que de bom tamanho 🙂

Eis que chegamos em Amsterda. Procuramos o albergue.
Na porta: Jesus is the lord. Albergue cristao, em plena Amsterda. Como eu vim parar aqui??
Voluntarios cristaos americanos trabalhando. Nada de alcool ou da famosa maconha legalizada permitidos. 2h da manha – nao se entra mais no albergue.
Discussoes diarias da biblia no jantar.
Que diabos de Amsterda e essa???
E, sendo este o segundo sinal, eu estou ficando com medo 🙂

… ate agora ignorando varios fatos historico-culturais, tais como:
+ A Etiopia foi colonizada pela Italia.
+ Os etiopes emigram muito para a Jamaica.
+ Por isso, os jamaicanos nao simpatizam com os italianos.
+ Os italianos adoram reggae.

O que Neruda tem a ver com isso? Nada. So para mostrar que de cultura latino-americana eu sei alguma coisa 🙂
E porque fiquei sabendo disso tudo em Paris? Porque o namorado da minha amiga e italiano:)
E porque escrevo isso? Sei la.

🙂

Ao contrario de Berlim e Praga, Paris eu ja conheco. Estive aqui 4 anos atras.
E Paris tem um gostinho especial de visita a uma amiga querida.
Logo, Paris sera menos turismo e mais vida parisiense.

Comecamos o dia hoje caminhando pela vizinhanca, que nada mais e que MontMartre 🙂
Depois, cinemateca francesa – acompanhando minha querida amiga estudante e amante de cinema.
Assisti Nosferatu, de Mornau.
O bom do cinema-mudo e que eu posso entender tudo, sem entender alemao ou frances 🙂
A projecao do filme fazia parte de uma exposicao temporaria sobre expressionismo alemao – assunto no qual eu confesso minha previa e total ignorancia.
Gostei, aprendi um pouco mais sobre a historia do cinema, descobri que eu tenho uma fotografia expressionista de Berlim, e que “O processo”, de Kafka gerou um filme na decada de 50 – que nada tem a ver com o tal expressionismo – mas gostei de saber. Kafka vem me acompanhando desde Praga.

Depois, caminhadas pelo Sena, compras em mercado, fotos.
Enfim, agora ca estamos ouvindo musica de capoeira, forro, musica brasileira e italiana.
Tudo otimo. Tres bien. Ca va.

🙂

PS: Nesse MAC da Monise, sei la pq nao consigo colocar links… Tinha varios para esse post, mas nao consegui!!!

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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