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Erica
Adorei a brincadeira.
Amei o resultado final.
A modelo e amiga querida: meu muito obrigada!

Floresta da Tijuca
A Floresta da Tijuca é a maior floresta urbana do mundo.
E bem no meio do Rio de Janeiro. Só um motivo a mais para o Rio ser considerado A cidade maravilhosa.

Sábado subi até o Pico do Papagaio. Quer dizer, até o último platô antes do pico. O pico mesmo é um pouco demais pra mim.
Subi por uma trilha a partir da Borda do Mato – comunidade no Grajaú, que pertence ao complexo do Andaraí. Acompanhada do presidente da associação dos moradores e mais alguns amigos.

Não dá pra dizer que a trilha é fácil. Principalmente se você decidir ir pelas pedras. Mas vale a pena.
No meio do caminho, uma cachoeira refrescante para recarregar as energias e seguir o caminho.

O pessoal da comunidade está tentando incluir a trilha no roteiro turístico do RJ. É uma boa idéia, mas ainda há um longo caminho a trilhar. Por enquanto, vale o aviso: só suba por lá se for acompanhado de pessoas da comunidade.

Finalizamos com uma feijoada na associação dos moradores, muito bem recebida após o esforço!!
O resultado da aventura foi uma sensação boa de estar próxima a natureza somada a uma baita dor na perna!!

Depois de ouvir o depoimento de um colega de trabalho hoje: “Vou comprar um MAC porque eu gosto de coisas bonitinhas”, duas coisas me vieram à mente:
+ Steve Jobs é um gênio.
+ Acho que devo finalmente me dedicar a árdua tarefa de aprender a usar meu nano Ipod – comprado há mais de 1 mês e jamais utilizado.

Confesso que comprei o bichinho por impulso. Movida pela curiosidade por entender a razão do tamanho sucesso desse aparelhinho fashion e cool, que basicamente toca música. Ok, ele é multimídia – tem vídeo também. Mas não o meu nano!! Porque comprar um Ipod para ouvir música, e não um concorrente qualquer – mais barato, que toca música tão bem quanto e ainda não te obriga a comprar um mísero recarregador de bateria à parte?? Eu só consigo pensar em uma razão: ah, ele é tãaaaoooooo bonitinho…

Sentei em frente ao meu fashion, cool e lindo laptop Intel-inside, e lá fui eu. Conectei o bichinho na usb. Ipod reconhecido, vou no meu windows explorer… ué, cadê a pastinha para eu copiar as músicas? Lembrei que precisava do ITunes. Abri o Itunes. Ué, como copio as músicas que baixei aqui pra dentro? Ah, tem um “importar”… É isso mesmo, tenho que importar uma a uma?? Devo estar fazendo algo errado… Após algumas poucas tentativas, me rendo. Ok, vou importar algumas poucas músicas uma a uma e tentar copiá-las pro Ipod. Pronto, agora é só copiar. Hummmmm, onde faço isso? Ok, deve ser no devices. Lá vou eu – sincronizar todas as playlists, aplicar… Itunes me manda esperar porque o ipod está sendo atualizado. 1min se passa e… ué… mensagem de que não conseguiu acessar o device. Olho pro device, e vejo uma bateria piscando… Ah, ele está carregando… Mas não dá para copiar enquanto carrega? Não faz sentido… Desconectei e conectei o Ipod da usb, com o Itunes aberto. Eis que magicamente as músicas são copiadas para o Ipod!! Finalmente consegui!! Vou tentar mais algumas… Importo mais músicas – uma a uma. Vou lá sincronizar com o ipod… 1min… ué, erro de novo. Alguém me explica o que acontece??

20min se passaram. 20min para simplesmente conseguir ouvir música?? Será que preciso de manual pra isso?? Logo eu que odeio manuais?? Chega. Amanhã eu tento mais.

Mais divertido procurar videozinhos no youtube…
Behind the music that sucks – Ipod
Ipod useless!

Meanwhile, meu ipod passará a noite recarregando suas forças agarradinho ao meu fashion, cool e lindo laptop Intel-inside…

Steve Jobs é um gênio.

Em um post mais abaixo, eu falei sobre o filme “A fonte da vida” – de Darren Aronofsky. Simplesmente amei o filme, e havia decidido conhecer mais a filmografia de Darren. Incluí “Requiém de um sonho” e “Pi” na lista.

Graças a uma locadora recém descoberta, essa semana pude cumprir minha decisão. Eis que agora já posso dizer, com base em fatos, que virei fã de carteirinha do cara.

Os 3 filmes narram histórias que envolvem pessoas em situações-limite. O marido que está perdendo sua mulher e a luta pela descoberta da imortalidade; personagens no limite de sua dependência de drogas; o matemático que tenta à exaustão descobrir um padrão matemático. Acho que é por isso que dizem que o cara é o novo Kubrick.

“Requiém de um sonho” narra a história de 4 personagens – um filho ausente, sua mãe carente, sua namorada apaixonada e o amigo-sócio – que, em busca de seus sonhos, se afundam em seus vícios. A palavra requiem vem do latim – “requiem aeternam dona eis” que significa “dai-lhes o repouso eterno” – e é associada a composições musicais em honra aos mortos. Mozart e Verdi compuseram seus próprios requiems. Um filme extremamente forte, e um tanto quanto deprimente, que aborda o tema da dependência de forma nua e crua sem cair no clichê dos inúmeros filmes sobre a garota bonitinha que se viciou em heroína porque arrumou o namorado errado. Repleto de cenas aterrorizantes de fazer qualquer um desistir de tentar experimentar qualquer droga.

“Pi” narra a história do matemático Max Cohen que busca um padrão no mercado de ações, com base nas premissas de Pitágoras que eu citei no post abaixo (não, eu não fico pensando em Pi sem um motivo!!). Ao longo do filme, Max se vê envolvido com judeus que estudam um possível padrão na Torah e capitalistas que querem financiar seu estudo sobre o mercado de ações. O Jardim de Éden e a árvore do conhecimento – referenciados em “A fonte da vida” – estão lá também. A fotografia do filme é lindíssima – todo em preto e branco, muita luz, cenas super expostas. Uma estética de cinema antigo com um quê do expressionismo do qual já falei aqui algumas vezes.

A fotografia lindíssima me chamou a atenção tanto em “Pi” quanto em “A fonte da vida”, muito mais que em “Requiém de um sonho”. Fui checar o diretor de fotografia, e eis que é o mesmo em todos os filmes de Darren: Matthew Libatique. O cara tem uma extensa filmografia, e acabo de acrescentar vários outros filmes para meu projeto cinematográfico…

Quanto aos demais filmes de Darren – todos mais antigos: Protozoa, Fortune Cookie e Supermarket Sweep – acho que vou ficar só na vontade, pois não vi lá pela locadora… Enfim, que venha o próximo filme.

π (Pi) = razão do perímetro do círculo por seu raio.
π (Pi) = razão da área do círculo por seu raio elevado ao quadrado.
π (Pi) = 3,1415926535…

Premissas:
(1) Matemática é a linguagem da natureza;
(2) Qualquer sistema na natureza pode ser representado e compreendido através de números;
(3) Se observamos os números de quaisquer sistemas, padrões surgem.

Logo, existem padrões em toda a natureza.

As 3 premissas acima e sua conclusão foram feitas por Pitágoras, aproxidamente em 500 bc. Pitágoras renegou a existência de números irracionais, e chegou a condenar à morte, segundo conta a história, um discípulo que tentou convencê-lo do contrário. Para ele, os números eram sempre absolutos e a natureza somente poderia ser representada por conceitos absolutos. Números irracionais seriam uma aberração da natureza, que ele julgava perfeita e repleta de padrões, jamais caótica.

Se for possível identificar um fator comum entre todos os padrões existentes na natureza – uma espécie de número mágico – descobre-se a chave de nossa existência e os mistérios da natureza estão desvendados.

π (Pi) é um número irracional, e se repete magicamente na matemática. Há milênios, tenta-se em vão encontrar um padrão na sequência de dígitos de π (Pi). Será o mundo realmente caótico?

Quanto mais eu conheço matemática, mais eu acredito que se há uma explicação para nossa existência, ela está lá.
Quanto mais eu conheço matemática, mais eu acredito que é preciso ser louco para estudá-la.

Dica: Se quiser conhecer um pouco mais da história da matemática, escrita de forma inteligível, pode começar pelo livro “O último teorema de Fermat“.

Convite

Os projetos para 2007 andam de vento em popa. Um deles era investir mais no meu lado fotográfico.
Pois então. Sexta-feira próxima, 26-Jan, participarei da projeção do convite aí de cima, com alguns amigos.
Meu ensaio encaixa-se nas outras viagens, e minha viagem é sobre o tema “Transportar-se”. O ato do transporte pelos seres humanos, da necessidade e do desejo de deslocar-se de um lugar a outro. Já falei deste projeto em um post aí embaixo.

Depois eu conto deste projeto com mais calma. Por enquanto, fica só o convite. A entrada é franca e eu adoraria a presença de vocês!

Enquadrados.

Meu domingo hoje foi bem diferente do usual.
Passei o dia na comunidade do Jamelão, no Andaraí. Na excelente companhia de alguns amigos e do nosso guia (e mais novo amigo) Rogério – presidente da associação dos moradores.

Fomos muito bem recebidos. Teve futebol, churrasco, trilha, banho em nascente, cervejinha. E uma vista linda do Rio de Janeiro.

Muitas fotos. Maravilhoso ver a felicidade daquelas pessoas ao serem fotografadas, ao se verem na telinha da digital.
Voltaremos lá para projetar as fotos.
Também estamos arrecadando livros infantis para montar uma biblioteca na comunidade. Se quiser ajudar, é só me falar.

O dia terminou com cerveja – coca-ligth no meu caso – e amigos na terra de Noel.
Um domingo diferente. E delicioso.

PS: Tem algumas fotos no flickr, link aí ao lado esquerdo.

Mais uma inutilidade divertida da web… Quer saber qual celebridade é a sua cara?

Até que achei o resultado final razoável, com algumas discrepâncias totalmente absurdas… Eu parecida com Reese Whiterspoon?? Christina Applegate??
Interessante foi fazer o meu e o da Dani… Apesar dos vários absurdos, vários nomes apareceram repetidos – Eva Longoria, Kristin Kreuk, Julia Roberts, Jessica Biel. Prova cabal e irrefutável (!!) de que somos bem parecidas 🙂
Sabe que sempre achei a Dani parecida com a Lana??

Eu em perfil

Eu de frente

Dani!

1. Como provar-se um ser dotado de bondade para com o próximo? Existem limites para a sua bondade? Como sabê-los? Será que já foram realmente testados?
2. Maldade e bondade são mensuráveis? Como medi-las, e quem é capaz de fazê-lo? Como identificar o momento em que a bondade se encaminha para a maldade? Será que não estão tão distantes assim?
3. Será a maldade inerente ao ser humano? Parte de nossa essência e necessária para a sobrevivência, tanto quanto acreditarmos na bondade do próximo? Caso seja, o que nos leva a procurar tantas desculpas para justificar nossos próprios atos de maldade?

Sexta-feira à noite. Decido finalmente assistir ao filme que há tanto resisto, devido a proposta inovadora do diretor – um filme rodado todo em estúdio, em um único cenário. Uma pequena cidade toda representada por desenhos no chão. Dá uma impressão de monotonia que geraria 3 longas horas de filme.

Eis que Dogville me surpreendeu. É o tipo de filme que é melhor saber pouco a respeito antes de assistir.

Sei que a dica vem com atraso. Se você é do time dos retardatários por motivos similares aos meus, dispa-se de qualquer preconceito e deixe o filme te surpreender.

“Assalto por cabelo volta à cena no Rio”

Lembro-me de já ter saído da escola com o cabelo para dentro da blusa – a estratégia infalível das meninas com aqueles cabelos loooooongos, lisos e brilhantes. Sei lá, vai que existe um mercado para cachos pintados por Wellatton??

Era capaz de apostar que isso era só boato. Que nem aquele de juntar 1000 peçinhas metálicas daquelas que abrem latinha de refrigerante para trocar por uma cadeira de rodas. Ou aquele da competição no shopping para ver quem comia mais baratas – todas, é claro, criadas em laboratório.

Aliás, esses boatos são hilários. Alguém lembra de mais um?? Mas tem que ser boato verídico, roubo de cabelo já não vale mais!!

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Gato do rabo curto.

Vitórias Régias.

Vendedor de igarapé

Mais fotos

Por onde viajo…

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