O verão finalmente deu as caras no Rio de Janeiro.
Por pouco tempo. Foi bom enquanto durou. E que volte logo.

Domingo chuvoso.
Ultimamente ando bem ligada a essa coisa de ser carioca.
E carioca não sai de casa em dia de chuva.
Tentei explicar isso inúmeras vezes para meus amigos alemães, e sempre me sentia um ser de outro planeta tamanha a incredulidade deles diante do fato.

Dia de chuva é para ficar em casa. Descansar. Colocar tarefas domésticas em dia. E assistir a um bom filme.
No meu caso hoje, foram dois. Com alguns anos de atraso.

Antes do amanhecer” e “Antes do por-do-sol“.
Existem filmes mais românticos? Talvez sim, mas não muitos.
Nesses momentos, fico feliz por existirem tantos filmes que eu ainda não vi. Que venham muitos dias de chuva.

Acabam os filmes, e inspirada pela última cena, venho ouvir Nina Simone no meu Pandora.
Eis que toca “Turn, turn, turn”. Amo essa música.
Romantismo à flor da pele. Acho que estou em tempo de viagem de trem pela Europa.
Meanwhile, continuo com minha rádio “Nina Simone”…

Turn, turn, turn – Pete Seeger

To everything, turn, turn, turn
There is a season, turn, turn, turn
And a time for every purpose under heaven

A time to be born, a time to die
A time to plant, a time to reap
A time to kill, a time to heal
A time to laugh, a time to weep

A time to build up, a time to break down
A time to dance, a time to mourn
A time to cast away stones
A time to gather stones together

A time of love, a time of hate
A time of war, a time of peace
A time you may embrace
A time to refrain from embracing

A time to gain, a time to lose
A time to rend, a time to sew
A time of love, a time of hate
A time of peace, I swear it’s not too late

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