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Eis que, pela primeira vez, algum site na web colocou um link para este humilde porém amado blog!!
http://zingblogs.com/harrisonford/2007/03/24/harrison-ford-march-24-2007-144-pm/

Harrison Ford que, diga-se de passagem, está quase saindo da minha seleta listinha, é poderoso mesmo.
Foi só colocar o nome do homem no blog que o mundo abriu os olhos pra mim.

Qual próximo nome eu deveria escrever aqui, para continuar nessa carreira meteórica?
Frank Sinatra? Nelson Mandela? Daniela Cicarelli?
Aceito sugestões!!

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Sempre fui mais prosa que poesia.
Tenho algum bloqueio que me faz passar a ler sem absorver mais nada após a vigésima linha.
Acabo, e não tenho idéia do que li.

Mas houve uma época em que, influenciada por minha irmã, inventei de escrever.
A Dani teve uma poesia publicada, quando éramos crianças, em um jornal da Ilha.
Eu, no auge da minha sensibilidade de menina de 8\9 anos, escrevi um lindo poema (dentre outros tão inspirados quanto), que assim começava:
“Toc, toc.
Quem é?
É seu maridinho querendo café”.

Até hoje, quando juntas nos lembramos desse versinho, morremos de rir. É incontrolável.
Mas o tempo passa.
E eu ando sensível. E questionadora. Tenho várias idéias, mas quando tento escrever, só sai prosa.
Portanto, fiquei muito orgulhosa da minha quadrinha do tanto e pouco aí embaixo. Disse exatamente o que queria, e ainda ficou bonitinho.

Minha irmã escreve até hoje. Juntas, com a ajuda dessa internet maravilhosa, estamos dando sequência a minha quadrinha.
Assim que chegar no ponto que quero, publico aqui.
E toda essa coisa poética e fraternal, me lembrou da primeira (e talvez única) poesia que eu me lembro de ter decorado. Eu e minha irmã. Juntas de novo 🙂

Ismália – Alphonsus de Guimaraens

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar.
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar.
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar.

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar.
Estava perto do céu,
Estava longe do mar.

E como um anjo pendeu
As asas para voar.
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar.

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par.
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar.

E o representante paulista na convenção estratosférica dos porcos faleceu.
Seus restos mortais foram encontrados a caminho do Parque Antártica, onde parece que pretendia passar um tempo com seus amigos suínos, antes de dirigir-se a convenção. Afinal, o porco tem descendência inglesa e brasileira, tinha que gostar de futebol.
Nos resta acreditar no porco carioca, único representante brasileiro. Capaz de superar Boyle-Mariotte, tenho certeza que fará bonito por nós!!!
🙂
Saiba onde foi parar o porco de Roger Waters

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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