Melinda Doolittle.
Difícil tentar descrever. Mas ela me lembra a Nina Simone. Um estilo meio jazz, meio soul, uma voz deslumbrante, interpretações maravilhosas. Muito carisma. E humildade – a mulher arrasa, está simplesmente kilomêtros a frente de qualquer outro participante, e sempre acaba a apresentação com aquela carinha de “será que eles vão gostar?”.
Arrisco dizer desde já, longe da reta final, que ela leva essa temporada do American Idol. E se não levar, não importa. Ela está muito mais pra diva – que só precisava de um espaço – do que para vencedora de American Idol mesmo.

Ah, sim. Eu assisto American Idol. E sou fã!
E esta temporada tem bastante gente interessante, mesmo anos-luz atrás da Melinda.
Blake consegue me fazer repensar minha implicância contra o eletrônico e o hip-hop. O cara é bom.
A Jordin, com seus 17 aninhos e voz linda, surpreende.
A roqueira que eu gostava tanto (e esqueci o nome) e acabo de descobrir que foi eliminada. Mais do que injusto. Ela foi ótima semana passada com “Smile”.

Alguns super estimados: Lakisha e Chris.
A Lakisha é boa, mas não me parece muito autêntica. Me parece só mais uma negona de vozeirão.
E o Chris… simplesmente não vejo muita graça nele.

E não podiam faltar os queridinhos do público… por qualquer outro motivo que não suas vozes: Sanjaya e Haley.
O primeiro no estilo “sou assim meio louco, super hype, vocês vão gostar de mim!”
E a segunda no estilo “sou gostosa, quero ser cantora pop”.
Os dois têm seu valor. Cantar que é bom…. sei não.

E do jeito que a coisa vai, toda quinta-feira será um martírio. 2 da manhã e eu acordada assistindo American Idol. Tsc, tsc.

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