Está menos frio que eu imaginava.
Esquiar foi um pouco mais fácil do que eu pensava.
Cair na neve é uma delícia.
Assistir a um belíssimo por do sol, entre brancas montanhas, de bikini dentro da piscina é possível – e eu nunca imaginara.
A pior parte de esquiar é vestir os kilos de roupa, além da bota que mal me deixa andar. E carregar os skis.
Meu joelho resiste bem, com a ajuda de uma super-mega-joelheira biônica.
O único instrutor gato não é meu. E até que, contrariando todas as expectativas, fiquei gatinha em trajes de ski que em nada valorizam as curvas 🙂

O chocolate quente é ruim.
Muito vinho, mas achei que encontraria mais vinhos bons e mais baratos.
Comida boa em alguns restaurantes, muita comida gordurosa e ruinzinha em vários outros.
Chocolaterias a cada esquina. Chocolate bom.
O serviço, de fato, é dos piores que já vi. Mas em viagem, tudo é diversão 🙂

Bariloche é uma graça. O lago Nahuel Huape, enorme, rodeado de montanhas de cume branquinho é lindo. Me lembra Everwood.
Final de tarde no pier é uma delícia. E também deitar na grama e mirar la belisima vista.
O bosque é lindo, deu vontade de fazer as trilhas. Mas fica pra outra viagem.
Existe um marzupial de 10cm de altura! Parente do canguru, vive nos bosques de Bariloche. Não vi nenhum, não lembro o nome, mas acredito.
Quase iniciei um movimento de proteção aos São Bernardos por aqui. Como os bichinhos são explorados turisticamente… E sim, são lindos!

Fala-se muito português por aqui.
E em breve, fotos de Deise esquiadora.

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