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Sugestão de almoço para hoje:

• 1 peixe a fiorentina
• 3 colheres de sopa de arroz refogado
• 1 unidade de goiaba vermelha
• salada de repolho cru à vontade

O site é legal, e estou gostando de receber sugestões diárias de cardápio para a dieta. Mas as vezes tenho a nítida impressão que tem alguém manipulando esses emails, e se divertindo às minhas custas.
‘Salada de repolho em quantidade livre’ cairia melhor que esse ‘à vontade’, não?
Qual foi a última vez que você morreu de vontade de comer repolho????

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O filme parte de uma premissa incrível – afinal, é bastante improvável que alguém à beira da morte planejasse de forma tão perfeita a entrega de tantas cartas e presentes in memmorium – para contar a história de personagens e seus sentimentos absolutamente críveis.

As vésperas de tornar-se uma balzaquiana, Holly perde Gerry – seu companheiro de 10 anos e amor de sua vida – para um tumor no cérebro. No seu aniversário de 30 anos, começa a receber as cartas de Gerry que criam uma espécie de guia para que ela se redescubra e reconstrua sua vida.

A sinopse me remetia a uma comédia romântica água-com-açúcar, mas o filme me surpreendeu. Seu grande trunfo é ser verdadeiro, sem apelar para finais melosos e pouco prováveis, explorando os mais humanos sentimentos diante de uma perda, que incluem tristeza, melancolia, saudade mas também raiva, inveja, negação. No meio disso tudo, tem a relação de Holly com a mãe, com as amigas, e com todos que tentam, em vão, ajudá-la a deixar seu passado pra trás. No fim das contas, ela está sozinha, como cada um de nós. Mas se estamos todos sozinhos, talvez estejamos todos no mesmo barco 🙂

Hillary Swank está novamente maravilhosa. Tem alguns percalços no caminho, como a dispensável personagem da irmã que não diz a que veio, mas são todos toleráveis e não chegam a ameaçar o charme do filme.

É filme pra fazer rir e chorar. Prepare os lenços e corra pro cinema.

A dica veio da Dani Lima – minha querida irmã – que inclusive está de blog novo.

O Futureme nada mais é que a forma contemporânea do seu eu do futuro comunicar-se com o eu do passado, que por enquanto é presente (isso me lembra o conto natalino do passado, presente e futuro, encenado pelos sobrinhos do Tio Patinhas :))

Eu fiz minha cartinha lá para abrir em 02-Jan-2010. Gostei da brincadeira, e recomendo.

Recentemente, devido a coincidências da vida, eu afirmei em algumas conversas que Guilherme Karan havia morrido.
Peço desculpas a todos que tentaram me convencer do contrário e acabaram convencidos por mim. Francisco Milani faleceu em 2005, e não Guilherme Karan, que continua na ativa.

Por algum desvio inexplicável da minha mente, sempre confundi os dois. Da mesma forma que confundo Al Pacino e Robert De Niro, Marco Nanini e Ney Latorraca, Nívea Maria e Marieta Severo.

E se Guilherme Karan ler esse blog: peço desculpas, desculpas, desculpas!!

Eu já prometi que nunca mais passaria o reveillon vendo fogos em Copacabana.
Eu não ligo para fogos de artíficio, não gosto do barulho, não gosto da multidão e já vi esse espetáculo incontáveis vezes.

Aí surgiu uma amiga querida com credenciais pro camarote da prefeitura. Em camarote eu nunca havia passado.
E lá fui eu ser surpreendida por um 2008 apressadinho com seus fogos antes da hora aos quais assisti, pela primeira vez, ao som de música clássica. E a experiência ficou diferente e mais gostosa. Começei 2008 fugindo da moça de vestido igual ao meu, dançando feliz e incrédula ao som do DJ Marlboro com sua sessão de funks melodiosos, curtindo meus vários metros quadrados de areia, bebendo prosecco servido por simpaticíssimos garçons, observando a multidão a nossa volta.

A noite foi boa. DJ Marlboro subiu no meu conceito, a implicância com fogos de artifício diminuiu e o ano novo já chegou me mostrando que não sou tão original quanto imagino.

E de novo: Feliz 2008!!

Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez em sua vida?
Primeiras vezes são mais frequentes do que muitos imaginam. É questão de prestar atenção.

Em 2007, pela primeira vez em minha vida, desfilei na Sapucaí, assisti a uma partida de futebol no Maracanã, esquiei, vi neve e vi nevar, subi um morro e conheci o Jamelão, projetei fotos em festa na praça, assisti a um por do sol sentada na duna e a outro na neve e de bikini no frio de cinco graus negativos. Um eclipse solar me pegou de surpresa na rua. Fiz ski-bunda e guerra de neve. Aula de canto. Voltei aos palcos, mas pela primeira vez, com direito a entrada pela platéia. Tive minha primeira foto publicada em jornal. Assisti a Roger Waters, ao Pan no RJ, a uma competição de ginástica olímpica ao vivo, ao vôlei de quadra e de praia, e o Giba me fez suspirar ao vivo. Virei colunista no papocalcinha, fiz 30 anos e a primeira festa de década da minha vida. Cozinhei arroz pela primeira vez em vida adulta, me comuniquei por carta também pela primeira vez em vida adulta, e lembrei do meu tio-avô. E tantas outras coisas novas que é melhor parar por aqui ou não acabo nunca 🙂

O que espero para 2008? Que me reserve inúmeras pequenas e grandes novas experiências. Que eu seja surpreendida por inúmeras primeiras vezes, que me façam descobrir algo novo, relembrar algo velho, ou que simplesmente me tragam alguma emoção. Darei valor a todas elas.

E feliz ano novo para todos nós!

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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