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(‘you gotta pick me up! don’t let me down!’ => meu celular que toca ao som de um rock ‘n roll de letra desconhecida. hoje, meu horário de almoço.)
– Alô?
– Sra. Deise Lima?
– Sim.
– Ligo para confirmar uma consulta marcada para amanhã, as 08:40, com o Dr. Pedro, urologista.
(hã???)
– Urologista? Mas eu sou mulher!
– Ele atende mulheres também.
– Mas eu não marquei nenhum urologista pra mim.

E foi assim que descobri que urologistas atendem mulheres e que talvez eu tenha uma segunda personalidade hipocondríaca que, a revelia, marca consultas médicas em série. Ontem, domingo, havia um recado na minha secretária eletrônica para confirmar outra consulta, com a Dra. Heloísa, ortomolecular, para hoje meio-dia. Nunca vi secretária de médica ligar domingo para confirmar consulta. E não lembro de nenhuma Dra. Heloísa.

Eu tenho trabalhado muito, ando cansada. Será que virei sonâmbula? Ou tenho uma vida paralela? Vixe, me deu medo. Se você tem alguma pista que me ajude a desvendar esse mistério, por favor, deixe seu comentário. Agradeço imensamente.

Aproveito para desculpar-me pela longa ausência. 10 dias. Como disse, ando trabalhando muito, estou cansada e, ao que tudo indica, minha personalidade paralela não gosta de escrever por aqui.

(*) da Dra. Heloísa eu me lembro vagamente. Lembro de tentar marcar uma consulta, há uns bons 4 meses, mas também lembro de haver desistido quando descobri que esperaria tanto tempo. não é tão grave quanto o Dr. Pedro, mas achei que cairia bem no post, assim para dar maior dramaticidade. Quanto ao Dr. Pedro… realmente não faço idéia de onde surgiu isso.

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Sempre tive essa imagem na cabeça: um bailarino dançando ao som de Bolero de Ravel, à frente da Torre Eiffel, numa coreografia de pliés ritmados. Lembro que achei bonito, lembro de ter sido uma das primeiras vezes que vi um ballet contemporâneo. Lembro do dorso nu do moço. Lembro que tinha muita luz. E lembro que tinha algo a ver com celebrações da Revolução Francesa. Tinha Baryshnikov. E foi em 1989, e essa parte eu já contei aqui.

Minha mãe foi a primeira a me dizer: ‘não era o Baryshnikov, era um bailarino espanhol que já morreu’. E o google confirmou: nem Baryshinikov nem espanhol, era o bailarino argentino Jorge Donn, mas que já morreu mesmo. A coreografia era de Maurice Déjart, e foi encenada pela primeira vez em um filme francês, de 1981, chamado “Retratos da Vida”, de Claude Lelouch. E re-encenada, para minha decepção, numa réplica da Torre Eiffel construída no Aterro do Flamengo, como parte das celebrações do bi-centenário da revolução. Foi a Mesbla quem trouxe a trupe de Maurice Déjart, incluindo o bailarino Jorge Donn. Eu vi pela TV, crente que era na torre original. Crente que era o Baryshnikov.

(era bem mais belo, romântico e emocionante na minha memória)

Foram também longos os anos em que afirmei a várias pessoas que nasci a tempo de frequentar praia na Ilha. Que ainda eram limpas o suficiente na minha remota infância, a ponto de mergulhar. Dizia que tenho foto para comprovar e tudo. Até que minha mãe scaneou a foto, postei aqui, e recebi ligação – de novo – de minha mãe: ‘Deise, aquilo não é a Praia do Chiclete. Essa foto foi na praia da xxxyyyzzzz‘. Nem prestei atenção no nome da praia. A foto é tão mais legal sendo na Ilha.

Acho que prefiro o mundo da minha memória. E o leão que tinha na frente de um restaurante que eu ia com meus pais existiu. Eu adorava aquele leão. Grandão, era azul e vermelho. Tenho até foto com ele, tenho certeza. Pena que minha mãe nunca a achou 🙂

Jantar durante evento de trabalho. Eu conversava com um argentino, dois chilenos e um mexicano – este último com a esposa. Surgiu um papo de festas de casamento, e parece que nesses três países é bastante comum os casórios serem celebrados até as 7 da manhã, num ciclo comer-bailar-comer-bailar-comer-bailar-comer-bailar que me pareceu bem mais extenso que o nosso. Eu, que adoro festas de casamento, comentei que queria ser convidada pra uma, e ouvi como resposta:

– Você iria adorar! Toda festa de casamento no México termina com uma sessão de música brasileira!

E não é que no Chile e na Argentina também. Todos começaram a cantarolar, e me pareceu tudo Jorge Ben Jor. Mas o ápice, aquele momento dos bêbados de gravata amarrada na testa, todos abraçados, dançando e cantando bem alto, com aquele copinho de cerveja na mão (imaginou a cena?) é embalado por…

Brasil!
Meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar
O Brasil, do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Prá mim! Pra mim, pra mim…

Fico só imaginando a cena de vários argentinos, ou chilenos ou mexicanos gritando ‘Brasil, Brásiiil! ô ô ô ôooooo’ com os braços pra cima ensaiando uns passinhos de samba. Achei o máximo.

Claro que, dado meu entusiasmo, a conversa evoluiu para:
– E vocês? Ouvem música latina por aqui? Argentina? Mexicana? Chilena?

Seguido de vários nomes de cantores e bandas que nunca ouvi falar, a Shakira sempre me salva nessas horas em que, confesso, fico sem graça. Acho feio ignorarmos a musicalidade dos nossos vizinhos. Mas o que posso fazer, né? Só sei que é assim.

E toda essa conversa me fez pensar na origem da palavra ‘casamento’. Brasileiro casa e depois faz bodas de papel, de prata, de ouro. Já nossos amigos-vizinhos celebram a boda desde o início. Me parece bem mais simples assim, agora quero falar só boda. Acho que bateu uma síndrome de Marcelo-Marmelo-Martelo 🙂

Festa de aniversariantes do mês do projeto. Todos os meses era a mesma coisa. A gente se reunia na sala de reunião onde estava o bolo, as velas, os docinhos e refrigerantes, e a secretária ia chamar os aniversariantes. Os papéis eram muito bem definidos nesse teatrinho: os aniversariantes deviam fingir surpresa ao entrar na sala, sorrindo um sorriso bem grande. Nós cantaríamos o parabéns, cada um em seu idioma. Estávamos em Caracas, trabalhando todos em um projeto globalizado: tinha latinos das origens mais variadas, além de alemães, americanos, malasianos e indianos. Eu, a única brasileira.

Os aniversariantes abrem a porta, fazem a cara de surpresa, sorriem e dá-se início a cantoria. Eu bato a primeira das palmas que pretendia bater para acompanhar o momento festivo. Todos me olham, é minha vez de rir sem graça e continuar sem as palmas. Essa cena se repetiu 5 vezes, e eu nunca fui a aniversariante.

Tente cantar parabéns sem bater as palmas você também. É quase impossível. Mas até hoje, ainda não conheci outro povo – que não o brasileiro – com esse alegre hábito na hora de apagar as velinhas. Será que você já? Me conta?

Aliás, acho o ‘Cumpleaños feliz’ que cantam nossos vizinhos latinos um tanto quanto triste. Eles levam num ritmo lento, sem palmas, tá mais pra música de funeral(*). Os mexicanos têm uma variação própria e essa eu acho bonitinha. É uma música longa, em outro ritmo, que fala alguma coisa sobre muitas manhãs de sol – mas também sem as palmas.

(*) essa coisa de música pra funeral me lembrou o filme de estréia de Matheus Natchergale na direção: ‘A festa da menina morta’, que conta a história de uma comunidade ribeirinha no Amazonas que todos os anos celebra a tal festa para a menina, da qual acharam apenas os trapos cheios de sangue há 20 anos, e que acaba virando uma espécie de ‘santa’ local. O filme, que ainda não foi lançado, está prometendo. Espero que Matheus seja tão bom diretor quanto é ator.

“Linha de passe”, do Walter Salles. porque é real, sensível e bonito. mas devo avisar: o ritmo é lento.
“Os desafinados”, do Walter Lima. porque emociona e é gostoso de assistir.
“Ensaio sobre a cegueira”, do Fernando Meirelles. porque te faz pensar e porque ficou belo.

pronto. faz uma semana que queria escrever sobre os dois primeiros, mas faltava inspiração. resolvi só dar meu recado e aproveitei para incluir o terceiro, que assisti ontem. sei que os três estão bastante badalados na mídia, talvez você nem precise das minhas dicas, mas quis dizer assim mesmo. deise lima recomenda 🙂

veja e depois me conte o que achou.

A natação é um esporte completo, sempre ouvi dizer. E clinicamente recomendado pra tudo: problemas ortopédicos, respiratórios, de coordenação motora, para reabilitação. Dizem que se você colocar um bebê recém-nascido na água, ele nada. Que nem cachorro, e até mesmo os gatos – apesar de fugirem da água. Nadar é democrático, é para todos e é também cada um por si. O mais solitário dos esportes. Não tem idade certa pra começar. E é como andar de bicicleta: se aprende uma vez para nunca mais esquecer.

Foram as para-olímpiadas que me fizeram refletir sobre a vocação democrática desse esporte que eu nunca gostei. Preste atenção: o basquete é para os cadeirantes, mas é indispensável ter os dois braços perfeitos. Corre quem é cego e quem tem deficiência motora, mas é fundamental ter as pernas. Na corrida para cadeirantes, é fundamental ter os dois braços. O futebol de cinco é só para os deficientes visuais, a bocha incluiu os que tem grave deficiência motora mas exclui os cegos. Outras modalidades do atletismo exigem, ao menos, um par de membros perfeitos.

Enquanto isso, nas piscinas, estão os cegos, os amputados, os que têm praticamente qualquer tipo de deficiência motora. Uma nadadora brasileira, que volta com medalha de bronze, sofre de uma doença degenerativa incurável e, no momento, tem os movimentos completos apenas do braço direito. Parece também não importar a quantidade de membros. Tem nadador sem os braços, sem as pernas, sem os dois ante-braços e parte de uma das pernas. Parece não ter limite. Todos nadam, tem categoria pra todo mundo. É, definitivamente, um esporte completo.

Hoje foi o último dia de competições no Cubo d’água. Fechamos com uma medalha de prata no revezamento 4x50m medley. Daniel Dias, nosso Phelps brasileiro, terminou com nada menos que 9 medalhas. E foram tantas outras medalhas brasileiras, pena que não sei citá-las todas aqui.

E eu, que passei boa parte da vida reclamando por ser obrigada a nadar, proclamo: viva a natação. Entre braçadas e pernadas, tem espaço pra todo mundo. Nade você também.

* breve update para-olímpico:
– temos uma dupla de tenis de mesa para cadeirantes na final; foi uma supresa bem-vinda.
– a semi-final do basquete para cadeirantes foi canadá x eua. deu canadá no final, de virada com duas prorrogações, num jogo super emocionante. a final é canadá x austrália. promete ser um jogaço, e é hoje a noite.
– Lucas Prado é um corredor brasileiro que entregou a medalha ao seu guia no lugar mais alto do pódio. foi emocionante. atletas-guia deviam ganhar medalha também.
– estamos indo bem no futebol de cinco, para cegos. vale dizer que o goleiro não tem nenhuma deficiência. e parece que estamos no caminho da final.
– estamos no 11o lugar no quadro de medalhas.

eu quis falar sobre a abertura das para-olimpíadas, da chinesinha de 11 anos que perdeu a perna no terremoto faz apenas 4 meses e protagonizou um dos números de dança mais sensíveis que já vi, ao som de Bolero de Ravel que só me lembra o Baryshinikovski em pliés ritmados na torre Eiffel, na celebração dos 200 anos do início da revolução francesa. foi em 1988. também ano de olimpíadas de seul, eu na 6a série do ginásio, 11 anos, ápice da paixão pela ginástica olimpíca que me fez acompanhar atentamente cada tenso momento da disputa da romena Daniela Silivas com a russa que agora esqueci o nome, mas que fazia um mortal lateral de pernas afastadas que terminava em rolo que eu achava o máximo. no fim, por alguns décimos, deu primeiro lugar para a antipatia da Chouchounova – lembrei o nome – que continuou com a mesma cara feia no primeiro lugar do pódio do individual geral, com a romeninha simpática e sorridente ali do lado. quanto a revolução, além do ballet, confesso que só lembro mesmo do Robespierre, da guilhotina e do meu trabalho datilografado na máquina elétrica que trocava as margaridas, em folhas que juntei em uma capa de cartolina forrada em papel-camurça azul, vermelho e branco remetendo a bandeira francesa, com uma imagem da torre eiffel colada no centro, boleada, com a ajuda do boleador da minha mãe e também da minha mãe, que boleava muito bem e me obrigou a fazer o cursinho de datilografia – por isso meu primeiro trabalho datilografado – mas o diploma eu nunca consegui, pois nunca passei na prova de gráfico apesar de haver passado com louvor na prova de texto e ainda hoje explico a quem pergunta que foram as salsas e fadas do cursinho que me fizeram assim ágil nos teclados. e de volta a bailarina da sapatilha única vermelha, descobri que chama-se Li Yue, mas não encontrei vídeo para colocar aqui, o que me lembra a aberração que é a censura a internet na china e me obriga a fazer mais propaganda gratuita do Sportv – pena que não é canal aberto e não dá para todo mundo assistir – mas eles têm repetido várias vezes a coreografia da chinesinha envolta pelas bailarinas que trocam os pés pelas mãos. e já que estava pela internet, aproveitei para checar alguns fatos aqui escritos e, para não passar vergonha, já corrijo que a revolução francesa iniciou-se em maio de 1789 e portanto seus 200 anos celebrados em 1989, ano da minha colônia de férias preferida em São Sebastião e também, muito provavelmente, o ano em que tentei escrever Baryshinikovski pela primeira vez, com dificuldade naquele mundo sem internet, a dificuldade persiste mas – três vivas a internet, por favor – recorri ao santo google e aqui corrijo: Mikhail Baryshnikov, como garante o resultado da busca certeira que fiz, e quem imaginaria isso em 1989?, por ‘bailarino russo sex and the city’. finalmente, explico que escrevo assim, em frases longas todas em minúsculas numa humilde referência ao escritor português josé saramago, a quem nunca li mas ainda lerei, porque hoje é dia de assistir a ‘ensaio sobre a cegueira’, baseado em obra honônima, dirigido por fernando meirelles, esse sim já cansei de assistir, quer dizer, cansei nada, assisto de novo e de novo e de novo. vamos ao cinema?

A segunda guerra mundial acabou em 1945 deixando uma Europa destruída, milhares de mortos e alguns outros milhares de deficientes. Ludwig Guttmann, um médico (ironicamente) alemão usava o esporte como terapia para os veteranos com lesão na medula ou membros amputados, em um hospital inglês. Em 1948, decidiu organizar, dentro do hospital, uma competição desportiva para os pacientes. Participaram 16. Quatro anos depois, já eram 130 participantes. Os primeiros jogos para-olímpicos ocorreram em 1960, em Roma, logo após as Olimpíadas.

Em Pequim são aproximadamente 3.500 atletas, 20 modalidades. O Brasil figura no 7o lugar do quadro de medalhas, neste exato momento, com 8 de ouro, 6 de prata e 7 de bronze.

Acabo de assistir a final de 50m borboleta, classe S5. O brasileiro Daniel Dias, sem os dois ante-braços e parte de uma das pernas, ficou com a medalha de prata. Um atleta chinês sem os dois braços completos, ficou com a medalha de bronze. Me pergunto como ele bate na borda para finalizar a prova. Clodoaldo Silva – reclassificado na S5 – também nadou a final e terminou em 8o. Me pareceu ser o único atleta com todos os membros completos. Clodoaldo teve paralisia cerebral, e antes de Pequim, nadava na classe S4 – para atletas com maior dificuldade que os da S5.

Classificar as deficiências me parece a parte mais complicada de uma competição como essa. Nunca imaginei que uma pessoa sem braços pudesse nadar borboleta. Muito menos que fosse capaz de ser mais rápido que alguém com todos os membros. Só uma frase me vem a cabeça: ‘sem saber que era impossível, ele foi lá e fez’.

Assisti também a uma entrevisa com Antônio Tenório – nosso judoca deficiente visual e tetra-campeão – e descobri que 15% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Não imaginava que era tanto.

É impressionante, na falta de outra descrição melhor. Vale a pena assistir, tanto quanto as Olimpíadas. Enquanto os veículos impressos e online praticamente ignoram o evento, o Sportv está cobrindo bem. Queria estar acompanhando mais.

Dia sim e o outro também, alguém vem parar por aqui buscando um exemplo de convite. ‘convite 30 anos’, ‘convite aniversário’, ‘convite festa’, ‘convite diferente’ e incontáveis outras variações de convite acabam fazendo alguém sair do google e chegar aqui. No meu jardimzinho.
Não consigo evitar a sensação de que estou perdendo muita festa nesse mundo. Logo eu, que adoro uma festa. Se quiser plagiar meu lindo convite de 30 anos(*), sinta-se à vontade, mas pelo menos me convida, puxa vida.

* o conceito é da super dupla Deise & Dani Lima, a execução de Dani Lima. Vê se nos convida, e inclui os créditos!!
** o segundo post mais acessado de todos os tempos desse blog, é esse aqui. Fico feliz porque tenho um baita orgulho dessa foto linda. E me sinto incentivando o turismo nacional.

Essa coisa de nome internacional, do post aí embaixo, pode ser mais difícil do que parece. Já conheci um espanhol chamado ‘P-A-U *B-L-A-N-C-O’. Não acho que a mãe tinha idéia do que pau poderia significar em outro idioma.

Outro que me diverte é um colega de trabalho mexicano chamado ‘R-I-C-A-R-D-O*P-O-R-R-A-S’. Alguém consegue pronunciar esse nome sem rir?

Apesar de nos soarem estranhos, os asiáticos são bastante musicais, vide ‘C-H-I-N*K-I-N*-H-O-E’ – um colega da Malásia. Eu gosto, adoro falar esse nome. Foi um amigo que me fez perceber que soa como ‘kinky hore’ – e agora sempre que falo, rio sozinha.

E o melhor asiático que conheci até agora foi de uma outra colega de trabalho de Kuala Lumpur: ‘C-A-T*M-E-O-W’. E não, ela não é gata 🙂

Outro que adoro é o de uma colega de trabalho indiana: ‘M-A-Z-U-R-A*M-A-K-O-H-T-A’, só porque me lembra ‘Hakuna Matata – what a wonderful name!’. Se você assistiu a Rei Leão – o melhor desenho da Disney de todos os tempos – vai me entender.

Tem aquela comédia com o Ben Stiller, em que o sobrenome dele é “Fucker”. Me lembra um amigo francês, chamado ‘S-T-E-F-A-N*F-U-C-H-S’. É ‘fuquis‘ gente, não ‘fucks‘ 🙂

Adoro isso tudo. Me divirto.
** Os nomes foram assim escritos numa tentativa de fazer o google e demais mecanismos de busca ignorarem os nomes no texto, impedindo que os donos desses nomes para mim tão esdrúxulos se descubram como motivo de chacota. Eles nem falam português, mas melhor não arriscar. Portanto, elimine os ‘-‘ e troque os ‘*’ por espaço, caso não tenha entendido bem.

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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