O Jorge foi um cara que vi, conheci e gostei. Assim de cara. Já contei isso aqui: Jorge, o homem do galanteio, de Vila Velha, amigo da Dani e do Celo, poeta, cordelista, de sorriso sempre no rosto e muito carinho pela família Lima Sved.

Hoje é dia de saudar Jorge, desejar boa partida e deixá-lo sempre vivo na memória. Do jeito que ele gostava: com sorriso no rosto, cerveja na mão e boa prosa. E celebrando sua obra, relembrando poemas, recitando cordéis e garantindo a agitação na Roda de Prosa e Poesias. Ser eternizado por sua obra é coisa para poucos. Salve Jorge.

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