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fotonaparede_logo_01b1-300x212Me lembro de um jantar em São Paulo, naquele restaurante de massa que eu adorava no Iguatemi (ou seria Morumbi Shopping?), eu e Dani divagando sobre a idéia de virarmos empresárias aliando dois temas que conhecemos e gostamos: fotografia e internet. Foi naquela noite que surgiu o nome: “Foto na Parede”. Eu não vou a São Paulo – felizmente – faz tempo, então já não sei mais ao certo quando foi. Mas ficou a idéia, que foi tomando forma aos poucos, passou por um período de incubação, ganhou mesada e virou empresa, virou projeto, virou quase um filho 🙂 Virou também trabalho duro. E animação e ansiedade e paixão e mais trabalho duro 🙂

Foto na Parede será uma loja online para venda de fotografias e ilustrações impressas, em parceria com diversos artistas. Queremos trazer mais arte pro seu dia a dia. Estaremos funcionando a partir do final de março. Gostou da idéia? Acesse e deixe seu email conosco que te avisamos do lançamento.

Aviso também que o momento atual é de seleção de imagens pro nosso catálogo, e se você é fotógrafo ou ilustrador – hobbista ou profissional – com um trabalho legal, participe! Para conhecer mais do nosso negócio e descobrir como participar da seleção e comercializar fotos conosco, acesse www.fotonaparede.com.br/selecao. Para o catálogo de lançamento, estamos aceitando imagens para seleção até 13-fev.

A vida anda uma correria e na barriga tem um friozinho gostoso, e estamos amando tudo isso. E o Foto na Parede será um sucesso!

(vamos aos créditos: nosso lindo logotipo, design e usabilidade são de Dani Lima. claro. a loja está sendo (bem) desenvolvida pela Indexa. E importante: a idéia é conjunta e o negócio também mas o nome saiu da cabecinha de Deise Lima. eu tinha que ajudar com alguma coisa, né? :))

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A gente sabe sentar!
Fui até Vila Velha conhecer minha mais nova sobrinha: Mel!
Mel é um doce, calminha, adorou a Tia Deise, pediu muitos carinhos e adorou roer o brinquedinho que ganhou de presente, mas ainda acha a coleira do Figo mais gostosa de roer.
Mel e Figo foram apresentados no final de 2008, logo ficaram amigos, passaram a se conhecer melhor e aproveitaram o feriado para assumir publicamente o namoro. Alheios aos flashes de Tia Deise, se entregaram a dias de plena paixão intensa e despudorada.
Figo só tinha olhos pra Mel e mal quis saber da Tia Deise.
O amor é lindo, mas vamos torcer para que ainda fiquem faltando os 99 🙂

(Figo foi castrado, estava cheio de pontos, mas nada disso o impediu de viver sua grande paixão. A primeira de sua vida, Figo era o cachorro mais feliz do mundo e Mel a cadela mais linda, sexy e perfeita!)

(nem Figo nem Mel sabem andar de bicicleta, mas aposto que se ensinamos eles aprendem! Por Deise, tia coruja.)

O inesperado aconteceu e, desde que a casa virou lar, me tornei uma pessoa obcecada por limpeza e arrumação. Mais por limpeza, e mais especificamente por paredes. Talvez porque eu tenha gravado na minha mente a imagem da primeira vez que vi minhas quatro paredes da sala todas verdinhas. A casa ainda em obra e uma zona, mas paredes lindas sem nenhuma manchinha.

E parede suja. E com uma facilidade incrível. Espelho também suja, piso branco, móvel, o tecido do sofá, mas na parede logo vira uma manchinha que nada tira. Ou melhor, nada tirava.

Foi dica da minha mãe, que inclusive me deu de presente: a esponja mágica da Scotch Brite. Ela limpa QUALQUER coisa, é impressionante. E o melhor: ela tira manchinhas de paredes!! Aquelas machas de móvel que encosta, de uma mão suja que alguém encostou. Nunca me imaginei tão feliz de esponja na mão limpando parede pela casa.

Será que dura esse espírito de dona de casa? Não sei, mas enquanto isso compartilho com vocês minhas super descobertas. Antes tarde do que nunca.


Meryl Streep, divina em cenário grego belíssimo, em cena perfeita de “Mamma mia” – o musical. Se não viu, veja. Mesmo que não goste de Abba ou que não goste de musicais, veja.
Me lembraram dessa música hoje, na hora do almoço. E ela não saiu mais da minha cabeça e desde que vi o filme, se escuto a música penso em um abismo profundo.
I don’t wanna talk. The winner takes it all.

Despertador: comprado.
Ventilador: não será mais torre, só comprei ontem e só chega sexta. enquanto isso, perdi o medo e resolvi ligar o ar.
Mini-refrigerador: mudei de idéia, peguei o cooler emprestado na segunda – com um dia de atraso – mas hoje descobri que realmente ele não gela, não dá conta do recado e precisarei de uma caixa térmica.

Não sou boa para metas pessoais de curto ou longo prazo, mas continuo mostrando que tenho jogo de cintura e sei me adaptar. Não deixa de ser boa característica. E o despertador precisa de comentários a parte.

Ele se chama Wally, porque tem duas rodas grandes e parece uma versão mais simples do Wall-E. Wally mudou minha vida.

Todos os dias, pela manhã e na hora que eu pedi, Wally começa a gritar e a vibrar, e aí pula do criado-mudo (com ou sem hífen, hein?) – que a essa altura não me parece nada mudo – e Wally começa a andar pelo chão (você se perguntou o porquê das rodas??), quando encontra um obstáculo muda de direção e grita outro som e fica nessa movimentação até eu me levantar, encontrar Wally, apertar dois botões e colocá-lo novamente no criado-agora-sim-mudo. 9 minutos depois, ele grita de novo. Dessa vez, o instruo a não cair no chão porque já estou semi-desperta e preciso só do barulho e não da movimentação. Calo Wally. 9 minutos depois, Wally novamente a gritar. Calo Wally. Em seguida, é a vez do celular – aquele que há muito não me despertava com eficiência – iniciar sua cantoria: ‘essa bossa tropical… cheia de paixão’. Calo o celular, Wally grita, calo Wally, celular canta, calo celular. Alguns minutos depois, para completar a sinfonia é Inácio – o Ipod – quem acorda, e se bobear acorda os vizinhos também, cantando Cássia Eller a plenos pulmões. E tem Cássia, tem Wally, tem bossa nova tropical, numa sinfonia que despertaria até urso e 1h depois estou de pé. Sim, funcionou. Segunda, terça e quarta. Pude até dormir de blackout sem hibernar. Parabéns pra mim 🙂

* a quem interessar possa, Wally está a venda nas lojas da Imaginarium onde é conhecido apenas como despertador de rodas;
** só me dei conta que Inácio desperta depois que comprei Wally. bom, pelo menos Inácio ganhou um novo amigo;
*** você pode deduzir a estima que tenho pelo meu celular se perceber que ele é dos meus poucos objetos pessoais que não foi batizado com nome próprio;
*** outro dia apresento vocês a Florisbela, Elvis, Beth, Policarpo e outros amiguinhos que moram aqui comigo.

(e o ventilador também não)

não tenho onde guardar o sal que preciso pra conservar a carne que quero comer amanhã e depois. preciso de uma cozinha maior, de um pé direito mais alto e de muito mais janelas pra ventilar a casa. preciso também que derrubem alguns prédios a minha volta pro vento – que mora ali do lado, na praia – chegar aqui. aliás, a praia também tem peixe e se eu tivesse uma vara, era só limpar o mar e eu podia pescar o peixe de cada dia. aí não precisava de tanto sal, e comia peixe fresco. ficaria faltando só uma horta melhor, porque essa aqui perto de casa tem estado cheia, filas enormes, verdura feia e fruta verde que eles plantam naquelas caixas e corredores enquanto eu vou trabalhar. se bem que, sem os prédios ao meu lado, eu teria espaço para uma horta própria, aberta 24h e sem fila. se eu não trabalhasse, cuidaria muito bem dessa minha hortinha. e aí minha dieta seria a base de peixe, verduras e frutas. muita proteína e alimentos saudáveis, pouco carboidrato porque pão não brota da terra e do trigo até o pão é um longo e demorado caminho. lá na horta aqui perto de casa vende pão também, mas duvido que se eu tivesse minha hortinha aberta 24h e sem fila, aquela horta fajuta lá sobreviveria. aí, eu também faria o pão, que demora e quando ficasse pronto seria um pedacinho pra cada um. todo mundo seria magrinho, feliz, fresquinho e saudável.

a vida pode ser mais simples. inauguro a campanha por um mundo sem refrigeradores ou ventiladores. porque eu não quero estar só nessa luta. junte-se a mim ou as máquinas ainda dominarão o mundo, a humanidade e você também.

Refrigerador
(a foto é de Deise Lima – que domina a câmera e não é dominada)

Ouvi uns comentários dali, li outras coisas daqui e resolvi me informar melhor sobre a reforma ortográfica. Antes de mais nada, devo dizer que o título do post já é ultrapassado pois foi decretada a morte da trema. Quer dizer, a trema está doentinha e sofrerá morte lenta e dolorida até ser definitivamente enterrada em 2013. A coitada andava abandonada fazia tempo, tanto que confesso que não sabia onde ficava a trema no teclado.

Se a trema morre, meu pai volta a ter o direito de ser oficialmente Wanderley , já que W, Y e K voltam ao nosso alfabeto. Até aí eu estava achando tranquilo.

Ditongos abertos não são mais acentuados em paroxítonas. São anos e anos aprendendo a acentuar palavra para agora viver na paranóia (oops, paranoia) de tentar lembrar a nova regra. Heroicos serão os que conseguirem, talvez eu seja heroina mas você, se homem, continuará sendo herói. É que herói é oxítona, e a regra vale só para as paroxítonas. Também não vale pra monossílabas ou pros ‘eu’ afora, como chapéu. Eis o drama do ôvo e êle do tempo da minha avó em nova versão. Já visualizo as crianças do futuro rindo de minha pobre grafia.

Se a trema morreu e o acento agudo virou VIP e passou a frequentar um ou outro lugar, o hífen entrou em espécie de coma, meio-vivo-meio-morto (e em protesto sigo usando o hífen para expressar literalmente meu modo rapidinho de falar). Locuções como café da manhã, sala de jantar, cartão de visita, dentre outras – que no meu português já não tinham hífen faz tempo – comeram o hífen, enquanto que água-de-colônia abre a lista das exceções recusando o adeus ao amado hífen e corre sério risco de ficar com cara de palavra do arco-da-velha , assim com hífen também. Deviam era rever a escrita de exceção, que sempre achei complicadíssima, ou acabar com as exceções de vez.

Os Ex, vices e sotos aumentam o grupo dos defensores do hífen – salvem o hífen! – e portanto ex-marido segue ex-marido, vice-campeão é vice-campeão e soto… Bem, soto eu não sei o que é.

O estado vegetativo do hífen também criou aberrações como antissocial ou autorretrato. Se é prefixo terminado em vogal, o hífen vai embora deixando, nos casos de ‘r’ e ‘s’ mais espaço para um ‘dois esses’ ou ‘dois erres’. Vai ser duro acostumar-me visualmente a isso.

E pros que acham que a pobra da trema – coisa do arco-da-velha – já vai tarde, repito uma pergunta que ouvi: agora como ensino a uma criança que o ‘u’ de consequencia se pronuncia, mas o ‘u’ de panqueca não? Já tinha esquecido como a trema é importante. Crianças, decorem e não questionem (pronuncia ou não o ‘u’, hein? há quem pronuncie e há quem não, e confesso que não sei afirmar a forma correta de questionar mas questiono sem trema) – por favor.

Sou capaz de entender a importância de padronizar o idioma mundo afora, mas convenhamos não é impossível entender o português de lugar nenhum, né? Sei não, estou achando desnecessário. E odiando a idéia de ficar ultrapassada. Acho que me rendo.

informou, ainda que com atraso, Deise Lima.

é verão no rio de janeiro, logo: Lapa entupida de gente, samba e batucadas a cada esquina, diversidade de idiomas, ciclovia cheia de desavisados, praias sem espaçinho para mais uma canga, academia na praia, Roda Skol, Fashion Rio, Big Brother.

peguei minha bike, enchi os pneus, vários quase-acidentes pelo caminho em que quase derreti e morri de sede pedalando até o ponto da praia, levei a bike pra areia – experiência adquirida em verões anteriores, fugirei da Lapa pelos próximos fins de semana, começei a dieta, esqueci do filtro solar no meu primeiro dia de sol e não verei Big Brother.

ano vai, ano vem, pouco muda e eu continuo adorando o verão.

* Trilha sonora by Marina:
Vem chegando o verão (ok, já chegou – estou um pouco atrasada)
um calor no coração (e pelo corpo inteiro)
essa magia colorida
são coisas da vida (muito profundo, não?)
não demora muito agora
todas de bundinha de fora
(mais bundões que bundinhas em tempos de Dona Melancia)
topless na areia (nem todo verso é atemporal. Monique Evans virou evangélica e não frequenta mais praia, e a moda do topless foi relâmpago)
virando sereia
essa noite eu quero te ter
toda se ardendo só pra mim!
(pós dia de praia sem filtro, esse verso tomou outro significado pra mim. ou você sempre interpretou ao pé da letra? Será que Marina queria tê-la assim, toda ardida dos pés a cabeça?)
quero sim
essa noite eu quero te teeeer
te envolver, te seduzir…

Um novaiorquino desavisado se apresentou em um bar, e além de ter me chamado de swagger – palavra que eu desconhecia e após longa explicação dele entendi ser algo como ‘metida’ – me fez a fatídica pergunta: “como você se vê em 10 anos?” (e isso é uma cantada ou uma entrevista de emprego??)

Eu, que mal tenho planos para 2009, resolvi estabelecer metas de suma importância para o próximo final de semana e as compartilho com vocês queridos leitores:
1. Comprar um despertador novo, barulhento, fashion e cuja função “soneca” se repita indefinidamente;
2. Comprar um ventilador fashion estilo torre, que eu possa usar no quarto na hora de dormir e na sala na hora de receber;
3. Buscar um mini-refrigerador emprestado na casa de uma amiga porque, ao que tudo indica, o conserto da minha geladeira irá demorar.

Cumprida a listinha, tenho certeza que meus próximos dias de verão serão bem mais felizes, agradáveis e sem culpa por viver chegando atrasada. Prometo contar o resultado de meu planejamento na próxima segunda. Me aguardem.

A historinha do início, contei como mera curiosidade, mas como até agora não tinha entendido bem o que swagger significa, recorri ao dicionário. Eis o significado:
“[n] a proud stiff pompous gait
[adj] (British informal) very chic; “groovy clothes”
[v] act in an arrogant, overly self-assured, or conceited manner
[v] discourage or frighten with threats or a domineering manner; intimidate
[v] to walk with a lofty proud gait, often in an attempt to impress others; “He strut around like a rooster in a hen house.”

Prefiro acreditar que ele era meio britânico e se referiu apenas ao meu estilo ‘very chic’ de roupas ‘groovy’ – afinal eu usava meu chapéu e cachecol fashions – mas algo me diz que não exatamente. E eu sigo me impressionando com a diferença que costuma existir em como me vejo e como sou percebida. Há que se aprender algo com isso mas sinceramente eu já cansei. Fato é que anos se passam, eu viajo milhas e milhas e milhas, sento num bar, peço um vinho, um sujeito me olha e diz exatamente o que eu ouvi de inúmeros brasileiros por uma vida. Repito o que costumo explicar a quem pergunta: não sou empinada, tenho hiper lordose – que inclusive me causa muitas dores; não sou arrogante, sou simplesmente auto-confiante – o que costuma ser algo bom mas que, parece, as vezes soa como arrogância. E que não se deve confiar tanto assim em primeiras impressões. A verdade? Tento ignorar, mas até hoje me irrita ser chamada de metida. E swagger é a vovozinha dele.

Que eu ando cada vez mais astrológica, não é novidade. Não ao menos para quem lê esse blog.
Eis que uma astróloga revela (adoro a dramaticidade do ‘revela’) que seu signo influencia diretamente seu estilo decorativo.

Vejamos o que a moça tem a dizer sobre a libriana aqui:
“Preferem os tons pastéis (-200p), linhas equilibradas que se harmonizam e não contrastam entre si (+50p). Gostam de ambientes com poucos objetos (+100p). Adoram pisos de granito (-40p), bege (-100p) e preto (-100p). Tons de rosa (-20p) e lilás (+50p) são bem adotados pelo libriano, amam as flores (0p) e tudo que adorna e enfeita e dá um toque de sofisticação (+100p) ao ambiente. Guiam-se pela aparência e pelo efeito estético (+100p). Sabem encontram harmonia em tudo (+200p), conseguindo misturar xadrez com floral (-50p). Costumam combinar bem os mais diversos estilos, objetos e cores. Tudo terá seu par complementar – mesinhas laterais, castiçais, enfeites, almofadas, poltronas, descanso para os pés. Uma peça só tem sentido na relação com ao outra e não isoladamente (+50p) Os ambientes sociais da casa, como a sala-de-estar, são muito importantes pois adora receber (+50p). A casa de um libriano nunca fica pronta – ele a faz e refaz muitas vezes (-80p) até ficar satisfeito, o que pode levar muito tempo até se decidir sobre qualquer coisa (+50p). Não gostam do básico nem do obviamente funcional (+100p). Todos os detalhes revelam pesquisa e sofisticação.”

Pontuação final: +260p.

O tom é esse aí: odeio o básico, adoro o belo, estética é fundamental bem como toques de sofisticação. E AMO quando dizem que sei harmonizar coisas, me sinto o máximo. Não faço e refaço minha casa muitas vezes porque sou preguiçosa demais pra isso, então eu simplesmente penso no que fazer, demoro anos pra decidir, mas quando faço, faço.

– Piores erros: “Preferem os tons pastéis”. Minha cozinha é verde e laranja, meu banheiro laranja e amarelo, a sala é verde claro com verde escuro, o quarto amarelo com laranja. branco só nas portas e na pastilha de meia-parede do banheiro e cozinha, e em alguns móveis são laqueados em branco compondo com outros de madeira escura. uma das luminárias da sala é absolutamente colorida e listrada em várias cores. o sofá é listrado de rosa, verde, bege, amarelo e é certamente a peça mais pastel da casa, junto com o almofadão bege repleto de almofadas em tons de verde e laranja. comporta ainda um puff roxo que adorno com uma almofada laranja em cima. as cadeiras são amarelo-claro. quando descrevo, parece um grande carnaval. mas é tudo lindo. E definitivamente, preto não é cor pra casa. não pra minha. nada nada nada é preto. e eu odeio granito.
– Maior acerto: Além de afirmar que encontro harmonia em tudo (é o máximo isso, não?), a referência a poucos objetos, linhas equilibradas e pares complementares. Odeio casa entulhada. Pensei em linhas o tempo todo enquanto decorava: as luminárias são todas quadradas a exceção de uma central que é colorida e redonda pra manter o ar alegre. todas as prateleiras tem bordas arredondadas – também para evitar roxos porque a dona aqui é bem estabanada – enquanto que todos os móveis de madeira tem linhas retas. os toques arredondados, circulares e fofinhos nos móveis ficam por conta do futton-sofá, almofadas e puffs. tudo em par, nada existe só. no quarto, os móveis de madeira são branco laqueado e madeira, e nenhum está ali sozinho ou ao acaso.
– Neutro: “amam as flores”. eu até gosto delas, mas não sei porque elas morrem tão rápido. acho que elas é que não gostam de mim.

Esses dias ouvi um dos melhores elogios: ‘sua casa não é nada monótona, mas ao mesmo tempo não cansa apesar de tantas cores e diversidade de estilos’. Estou me sentindo a própria decoradora 🙂 Decore você também, é bem legal. E antes que os mais próximos cobrem: haverão open houses em breve!!

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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