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Praia e cinema, nem preciso pensar para escolher. Já a sala de cinema escolho pela qualidade da pipoca, o assento lá pela linha do meio da sala, e o lugar na praia costumava ser onde havia vaga. Atualmente, é pela (menor) concentração de cadeiras e cangas. Objetos e utensílios em geral, escolho sempre pela beleza. Roupa também, ponderando por cor e estilo, mas queria mesmo é que fosse pelo preço. Pelo preço, acho que só aparelho celular. E cia aérea, que escolho por preço mas também pelos horários de vôo. Vôo seleciono pelo menor número de escalas e menor tempo de viagem, e o modelo da aeronave eu não escolho, nem olho, simplesmente confio. E sento sempre em corredor e o mais próximo possível da porta de saída. Já no ônibus, escolho janelas – preferencialmente sem ninguém ao lado. E procuro não julgar por aparência, mas com taxista é inevitável: escolho primeiro pelo estado geral do veículo e depois pela cara do motorista.

Em sofás, quero o lugar perto do braço. Se tiver poltrona, escolho a poltrona e em ambas as opções vou buscar uma almofada para colocar no colo. Á mesa, escolho sempre o assento ao lado da cabeceira – caso exista. Se não houver cabeceira, deixo os outros escolherem. Na cama, estou sempre do lado esquerdo – não sei se tem relação com ser canhota. Os talheres eu uso como estiverem dispostos na mesa. Garfo na direita ou na esquerda, tanto faz. Nessas horas sou ambidestra. Mas meu primeiro impulso para pegar alguma coisa é sempre com a mão esquerda. Minha melhor estrela é pro lado esquerdo, chute de esquerda é mais forte mas raquete eu só sei usar com a direita. Na hora de sentar na bike, é sempre a perna esquerda que levanta, mas giro melhor para a direita. Com tanta confusão, nunca soube bem diferenciar direita de esquerda. Nem concâvo de convexo.

Comida deixo minha voz interna escolher. Que nem números de loteria. Me concentro por alguns segundos e pronto: 03, 06, 38, 43, 21, 19. Respiro fundo e: hoje é couve-flor, não beringela. Frango com brie, nada de peixe. Aipim com gorgonzola, nada de salada. E quando a dieta precisa abafar a voz interna, escolho restaurante pelo conhecimento do cardápio. Chego, sento, dispenso o cardápio e: frango com salada cesar sem croutons por favor. Limitar possíveis escolhas é o segredo de qualquer dieta.

Esporte escolho pela variedade de movimentos. Tudo que envolve repetições e contagens me afasta, a não ser que seja ao ar livre. E sempre dou preferência aos individuais. Nunca gostei nem fui boa em coletivos, ainda que seja totalmente adepta do trabalho em equipe. Livro escolho pela capa, CD (alguém ainda escolhe CD?) ou cantor\banda por aquela música que ouvi e gostei, xampu pela marca (e de novo, queria que fosse pelo preço), óleo de banho pelo cheiro, produto de limpeza pelo preço (finalmente mais um!) e creme pelos presentes de minha mãe: o que ela me dá, eu uso. Geralmente gosto.

Programa escolho pelo estado de espírito, que no momento é o oposto absoluto da folia, então escolhido está: praia, por do sol, cinema, bar\jantar torcendo pra não encontrar um bloco para atrapalhar meu caminho – o que é certamente um desafio em pleno carnaval carioca. Desejem-me sorte. E me contem suas escolhas.

Cada minuto é um pouco mais de tempo vivido. Sigo acumulando minutos e percebendo o corpo mudar. O tempo é implacável.
Uns quilinhos acumulados, uma dieta, duas caipi-vodkas que muitos minutos atrás não me fariam cosquinha atualmente levam a horas de ressaca e muitos minutos de boca seca, falta de disposição, mundo que parece girar mais lento. Pena que só parece. Dia de ressaca é dia perdido e, de novo, digo que não bebo mais. Mais nada. Quero virar abstêmia. Ainda bem que chovia. Foi tempo que combinou com meu edredom. E como edredom não combina com trabalho, deixei as tarefas pro dia seguinte. Certa da chuva. Mas o tempo – sempre ele – me castigou e fez fazer sol. Domingo de sol, lindo dia, tempo bom. E a ressaca de ontem me fez trabalhar hoje. Não há de ser nada, me recupero, fim de semana que vem é carnaval. Boa tarde!

(ou músicas da minha vida)
porque a vi cantando ontem.
e porque foi dessas músicas que ouvi e entendi. se o Moska quis dizer tudo que eu entendi eu não sei, mas o meu entendimento foi o que marcou a música pra mim. e virou música que não vou esquecer jamais.

“Muito Pouco”

Composição: Moska

Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida traz.

Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais

Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Porque
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar

Porque muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero …

…veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior

E muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Pouco eu não quero mais.
Pouco eu não quero mais.


(e eu não sabia que Maria Rita era tão performática)

… diz que fui por aí 🙂
(não resisti a completar a musiquinha. mas não fui por aí não, continuo por aqui mesmo)

Esse post é uma forma – um pouco antipática, sei – de avisar aos amigos queridos que sentem minha falta que está tudo bem por aqui. I’m live and kicking. Os emails não respondidos ou ligações não atendidas é mero resultado de muito trabalho, reuniões e atividades extra-curriculares. Tá me faltando tempo até pra respirar.

Me desculpem, amigos queridos. Sei que é antipático um pedido de desculpas assim, público e nada pessoal, mas prometo compensá-los em breve. Pessoalmente e com empenho. E muito obrigada pela preocupação!!

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Vitórias Régias.

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Por onde viajo…

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