Por bons 20 anos, elas cresciam livremente. Lembro que as penteava para cima, e estrelinhas só mesmo na fantasia da bailarina aí embaixo. Foi na praia da Bica que uma amiga me sugeriu “fazê-las”. Eu achava que elas eram ótimas como vieram ao mundo, mas meses depois resolvi experimentar, as entreguei as mãos da esposa do Carlos e conheci um novo rosto meu. Não sei explicar o que mudou, mas eu gostei muito mais. Virou um vício, uma dependência, junto com unhas, depilação, tintura do cabelo seguida de hidratação. Vida de menina não é nada fácil. E é dolorida.

Uma década depois e muitos fios arrancados por muitos pares de mãos desconhecidas, minhas sobrancelhas estão estranhas. Tem umas falhas, tento deixar crescer para acertar, o que requer muita paciência. Duvido que algum homem tenha notado qualquer diferença. Ou ainda qualquer mulher mais desatenta. Eu já não aguento mais olhá-las no espelho. Queria saber acertá-las eu mesma, que nem minha amiga Dani que mantém as próprias perfeitas. Exemplo raríssimo de mulher econômica, ela ainda faz as próprias unhas perfeitas além de make-ups divinas. Quer ver? Muitas dicas aqui, e make-ups a moça faz profissionalmente, eu recomendo, marque uma você também 🙂

ps: foram 31 anos falando sombrancelhas e acho que serão outros 31 de vergonha por passar tanto tempo falando e escrevendo errado. É sobrancelha, assim sem o ‘m’, Tia Dani me chamou a atenção 🙂

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