Vi Cruel – da Deborah Colker. Gostei de ver mais dança, e menos acrobacia. Preferi o segundo ato, amei os espelhos girando e bailarinos saindo e entrado deles. A crueldade das facas do primeiro ato me pareceu exagerada, talvez teatral demais para um espetáculo de dança, óbvio demais quando se pode fazer tanto da crueldade por gestos e expressões. Mas adorei a grande mesa que quase dançava de tanto que os bailarinos a movimentavam pelo palco. E o fim com o bailarino-assassino-passional das facas deixando o palco carregando o peso do seu ato. Por falar em final, me emocionou especialmente a iluminação do fim do segundo ato. Veja você também, é temporada popular no João Caetano – reformado e com Bibi Ferreira pedindo a sua e minha ajuda para mantê-lo bem conservado – e fica mais um ou dois fins de semana (e me desculpem pela informação pela metade).

Quero também dizer que buscando tecidos para reformar umas cadeiras, encontrei o Estúdio Zero e me apaixonei pelos tecidos, pelas estampas, pelas bolsas, pelos puffes e ainda vende roupas lindas para crianças até 4 anos!! Fica a dica.

E American Idol finalmente chegou a temporada de shows, e cá estou eu novamente acompanhando!! Por enquanto, vou de roqueira de 16 aninhos Alisson, Lil Rounds e o carinha de óculos que não sei o nome (ainda). E essa jurada nova, diz-se que é famosa pelas terras do Tio Sam, podia fazer menos bico e ser um pouco menos cópia da Paula Abdul. Gostei não.

E é isso aí, foi só uma passadinha rápida porque eu tenho saudades de escrever por aqui.

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