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Essa super matéria do Globo Online afirma ser mais um mito da crendice carioca: chove muito mais em fim de semana. A matéria é rasa e a conclusão não se explica adequadamente. Vejamos:
“Levantamentos de índices pluviométricos de três pontos da costa da cidade nos últimos 11 anos, feito pelo sistema Alerta-Rio, concluiu que o percentual de dias de areia molhada é praticamente o mesmo durante a semana e nos sábados e domingos.”

Com dois dias de fim de semana contra cinco semanais, justo seria o percentual de dias de areia molhada ser maior nos dias de labuta. Outra: 11 anos? Será possível alguma conclusão baseada em 11 anos? Não preciso de dados metereológicos para notar que os diversos fenômenos climáticos, seus niños e las niñas já afetaram os trópicos nesse meio tempo. Chuva de verão virou peça rara, janeiro é mês de dias nublados, dezembro mês de chuvas infindáveis e eu cheia de saudade do meu verãozinho de piscina no clube: sol todo dia, chuva de verão no fim da tarde, sempre entre 5 ou 6h. Chuva que não refrescava, acabava e continuava um calor danado, e dia seguinte era dia de sol na certa. E banho de chuva de verão é o melhor que há.

Tive que aturar um hondurenho fotografando a praia de Copacabana debaixo de chuva, durante uma semana em outubro, me dizendo que iria fazer cartões postais e mostrar ao mundo a verdade sobre o Rio de Janeiro. Recebi estrangeiros 3 vezes esse ano, em eventos de trabalho – março (3 dias), setembro (2 dias), outubro (5 dias) – e choveu em todos os dias, os 10 dias. Dias de mais ou menos chuva, mas sempre chuva e Cristo encoberto. Sigo afirmando que eles é que são azarados, mas convenhamos: São Pedro não foi lá muito legal comigo, podia dar uma ajudinha.

Mas nada disso importa porque o Rio de Janeiro continua lindo, fevereiro e março e que mané? ‘mais uma crendice carioca’ porque cariocas são bonitos, cariocas são bacanas, cariocas são dourados e o principal: cariocas são ixxxxxxxpertos e não, não gostam de dias nublados. Nem de sinal fechado. Há quem diga que ela é chata – e eu discordo – mas um fato é unânime: a moça soube observar. Adriana Calcanhoto pra vocês:

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Eu – digo eu, euzinha – fiz parar de chover.
Há de ser um bom presságio.

Por Deise otimista, bem humorada e a caminho da praia 🙂

Ciclone no oceano, terremoto em terras brasilis, catamarã que quase vira na Baía de Guanabara, ondas gigantes, mudanças climáticas, aquecimento global. O mundo não é o mais o mesmo e eu só consigo pensar em uma coisa:

‘Esse mar não vai baixar nunca mais não?????’


Mar estava gigante hoje. De novo.
Acho que fui contaminada de vez. Tomada por um espírito de surfista, mas meu espírito é maroleiro.
Alguém faz o favor de baixar o mar? Quero minhas marolas de volta!


Recebi de um amigo que sabia que eu ia gostar de ler. E quem não gostaria? Um Ipê-amarelo amante da vida, que não queria ser reduzido a poste. Espero que tenham aprendido algo com o protesto do Ipê lá por Porto Velho.
Obrigada, Cabral 🙂
(clique na imagem para ampliá-la)

Fases do Eclipse total da Lua
(eclipse lunar total, em 21-Fev-2008, visto por Dani Lima emocionada no Espírito Santo)

Apreciei rapidamente a lua cheia linda em céu estrelado de cidade pequena. Ventinho bom no rosto numa agradável sede campestre.
O dever me chamou, e compareci ao evento da noite: jantar com os gringos que nos visitam. Na área coberta da sede campestre.
Ninguém lembrou do eclipse. Nem eu. Lastimável, lamentável, irreparável.
Nova chance com eclipse lunar total só em 21 de dezembro de 2010. Deixarei anotado.

** Definitivamente, eventos de trabalho, por mais comida e bebida liberada que incluam, não tem glamour algum. É sempre trabalho: ‘fazer sala’ pra gringo, responder a inúmeras perguntas sobre o Brasil, Rio de Janeiro, carnaval e futebol, muito ‘small talk’, aturar bêbado com sorriso no rosto, livrar-se de cantadas com muito jogo de cintura, ser obrigada a comer mesmo estando em dieta e acabar por perder um eclipse lunar. Ó vida dura.

Simone - Garota do Fantástico
Feriado em Jericoacoara. Muito sol, rede, dunas, passeios e diversão.
E claro, muitas fotos. Nem todas boas, tá batendo uma crise típica dos fotógrafos amadores.
Mas essa aí em cima, eu AMEI. Por isso, tá aqui.
Espero que gostem 🙂

Rio de Janeiro
… gosto de quem gosta desse céu, desse mar, dessa gente feliz.

Lembro de um amigo curitibano que sempre me dizia que várias pessoas gostam, ou até amam suas cidades-natais. Mas só cariocas são apaixonados por sua cidade. Talvez ele tenha alguma razão.

Depois de um janeiro de tempo esquisitíssimo, eis que hoje fez um dia lindo. Do início ao fim.
Não era um céu azul de verão. Não fazia o calor quase insuportável na praia.
Haviam algumas nuvens no ceú. Ventava na praia, a temperatura era agradável. Não era um dia típico de verão.
(aliás, será que daqui 5 anos alguém ainda vai se lembrar do que costumava ser um dia típico de verão?).

**
Praia do diabo. O mar estava sujo. Parece que com tanta chuva no verão, ainda teremos as praias sujas por um bom tempo.
Praia lotada. Daquele tipo que parece que mal sobre espaço para mais um (no caso, o seu!) guarda-sol.
Inúmeros desavisados na ciclovia. Vários quase-atropelamentos. Será que prendi minha bike direito? Melhor ir checar de novo.
Trilha sonora da praia de gosto duvidoso. Melhor ouvir meu ipod – ai, será que é seguro? Melhor prestar atenção ao redor.
Fome. Restaurante. Carona de carro – não vou ter onde deixar minha bike por lá.
Trânsito meio chato. Melhor deixar o carro no estacionamento, pra não dar mole com essa prancha aí em cima.
Praia de novo no final da tarde. Funk rolando, que maravilha!
Cinema no final do dia – poucas opções, acho que já vi tudo de bom que está em cartaz.

**
Acordei. Peguei minha bicicleta e fui pedalando para a praia. 20min depois encontrei algumas amigas.
Deitei na areia. Olhei ao meu redor – Arpoador de um lado, Forte de Copacabana do outro.
Um ventinho bom no meu rosto. Um dia lindo, sol delicioso. Biscoito Globo.
Olhei o mar. Amo olhar o mar. Hipnotizante. Decidi estrear meu ipod na praia. Música clássica. Vivaldi.
Tudo parecia mais lento. Trilha sonora perfeita para observar o mar e a natureza.
Relax total.
Bateu a fome. 20min depois, estava sentada em um restaurante que adoro, com amigas que amo, uma comida deliciosa. Papo agradável, muita risada.
Pedalar de volta pra casa. Mas antes, um pouco mais de Vivaldi e mar.
Pedalo pra casa. Devagar. Curtindo a vista. Sentindo o ventinho surpreendente. Ih, passei da minha casa… Tudo bem, pedalo mais um pouco, está tão bom…
Chego em casa, já é final de dia.
Um cineminha cai bem para completar o dia agradável. Filme mais ou menos, nem bom nem ruim. Mas cinema é sempre bom. Com pipoca e depois de um dia de praia, melhor ainda.
Acabou o dia.
**

O Rio de Janeiro tem mil defeitos. Mas dizem que paixão é assim – meio cega mesmo, só nos permite ver a parte boa.
Mas convenhamos: quando a parte boa é MARAVILHOSA, há que perdoar-se a cegueira…

Erica
Adorei a brincadeira.
Amei o resultado final.
A modelo e amiga querida: meu muito obrigada!

Floresta da Tijuca
A Floresta da Tijuca é a maior floresta urbana do mundo.
E bem no meio do Rio de Janeiro. Só um motivo a mais para o Rio ser considerado A cidade maravilhosa.

Sábado subi até o Pico do Papagaio. Quer dizer, até o último platô antes do pico. O pico mesmo é um pouco demais pra mim.
Subi por uma trilha a partir da Borda do Mato – comunidade no Grajaú, que pertence ao complexo do Andaraí. Acompanhada do presidente da associação dos moradores e mais alguns amigos.

Não dá pra dizer que a trilha é fácil. Principalmente se você decidir ir pelas pedras. Mas vale a pena.
No meio do caminho, uma cachoeira refrescante para recarregar as energias e seguir o caminho.

O pessoal da comunidade está tentando incluir a trilha no roteiro turístico do RJ. É uma boa idéia, mas ainda há um longo caminho a trilhar. Por enquanto, vale o aviso: só suba por lá se for acompanhado de pessoas da comunidade.

Finalizamos com uma feijoada na associação dos moradores, muito bem recebida após o esforço!!
O resultado da aventura foi uma sensação boa de estar próxima a natureza somada a uma baita dor na perna!!

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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