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Passa “Ensaio sobre a cegueira”, dublado, no Telecine Pipoca.
Telecine Pipoca não é para filmes leves??? To confusa.

E já contei que “Ensaio sobre a cegueira” foi o único filme – até hoje – que me provocou uma reação física no cinema? E nada agradável: um forte embrulho no estômago que quase me fez sair da sala. Se você viu o filme, quer adivinhar qual foi a cena que me causou a reação adversa?

E o filme é ótimo. Mas escolha um bom dia para vê-lo. E alguém tira esse filme do Telecine Pipoca.

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(and party every day!!)

confesso que tenho medo dos caras do Kiss (será que sou só eu?), mas i wanna rock ‘n roll all night and party every day é das minhas músicas preferidas. Adam de sapato-plataforma-drag-queen e com “ombreiras estilo anjo” pareceu até normal perto daqueles loucos de língua comprida e cara pintada. E Adam não podia estar mais a vontade. Quer dizer, mais a vontade ele esteve somente a frente do Queen. Rumores internéticos dizem que a banda anda cogitando convidar Adam para ser o novo lead, e talento e vocação performática a altura de Freddie Mercury ele tem.

continuo fã do Adam e também do David Cook que apareceu sexy como sempre, cantando lindamente e em homenagem ao irmão que -descobri hoje – morreu recentemente.

não me leve a mal, Kris Allen tem seu talento, mas só levou esse Idol porque essa tal de america é preconceituosa até dizer chega. e não sei se cumpro minha promessa de não ver mais american idol, agora que Adam Lambert perdeu. sabe como é, eu sou volátil, mudo de idéia e eu adoro mesmo American Idol.

(ps: Kara DioGuardi e ‘the bikini girl’ foi o auge do show da final, morri de rir sozinha em casa)
(ps II: para a felicidade de alguns leitores e tristeza de outros: posts sobre american idol agora só em 2010!)

(e deixo vocês com Adam Lambert e Kiss)



(e Adam Lambert, Kris Allen e Queen)

Tivemos duas Brasílias: uma ‘creme’ que mal me lembro, e uma vinho. Elas se chamavam Gertrudes – eu devo ter herdado do meu pai essa mania de dar nome pra tudo. Depois veio o Gol que ficou por muitos anos. Eu já era bem grandinha quando o Gol virou Fiesta, já nem morava mais com eles quando o Fiesta virou Siena, e hoje em dia é um Ecosport muito fashion. Minha família nunca teve um Fusca, logo não sei explicar porque simpatizo tanto com eles. Não deve ser à toa que o carro sempre foi um sucesso.

Posso ser suspeita pra falar, mas ando apaixonada pelos Fuscas do Fábio Codevilla. Emoldurei esse aí debaixo, amei o resultado, depois posto aqui. E se você também adora um Fusca, tem mais alguns por lá, a partir de R$89.
o besouro verde

Depois de longa ausência – de minha parte porque ele segue escrevendo sempre – fui hoje visitar o Zeca e acabei apresentada a Stefhany. E apresento a vocês:

“Eu sou linda. Absoluta. Eu sou Ste-fha-ny”. É maravilhoso isso, não?
Não canso nunca de me impressionar com o potencial dessa era internética, em que tudo parece possível. Até pras “divas” do Piauí. Se não por mais nada, aprecie a menina simplesmente porque ela foi lá e fez.

Stefhany me lembrou imediatamente de Stephanie: minha mini-lagartixa de estimação, da minha remota infância. Eu gostava de lagartixa, gosto até hoje. Belo dia, apareceu uma bem pequena, devia ser filhote. A batizei de Stephanie, contei pra irmã, mãe e pai e até hoje quando vejo uma mini-lagartixa eu acredito que é Stephanie me visitando. Confesso que – assim por escrito – parece bem mais louco e irracional do que é na minha cabeça de dona de lagartixa de estimação.

Sobre o Piauí, eu como boa carioca, confesso que só sei que nossa vizinha Mariinha era de lá. Também sei que é das poucas palavras – se não a única -da língua portuguesa com quatro vogais seguidas e somente uma consoante. Piauí me lembra também que, volta e meia, me pergunto o que será que existe em Rio Branco – capital do Acre. Ou em Roráima que era Roraima na minha época de escola. Ou ainda em Macapá. Preciso viajar mais. E esse é mais um motivo para agradecer Stefhany, que me fez pensar no Piauí.

Por último e como sócia do fenomenal Foto na Parede, eu quero perguntar pessoalmente e diretamente a Stefhany o que foi que ela fez para conseguir 500.000 acessos a seu 1o vídeo no youtube! Me conta a fórmula?

ps: você também se perguntou se é um clip ou propaganda do Cross Fox?

não tem me sobrado tempo pra nada, mas eu precisava vir aqui e deixar registrado.
final do American Idol em 3 semanas. Aposto em Adam Lambert x Alisson Iraheta. grande final.
Danny Gokey corre pelas beiradas. pode surpreender. espero que não.

e vou mais longe e aposto em Adam Lambert de novo idol.
vou mais longe ainda: se Adam não ganhar, me revolto de vez com a “américa” e não assisto mais American Idol.
se Adam não ganhar, só pode ser por puro preconceito, homofobia, aversão ao diferente ou qualquer outro motivo nada nobre. e tenho dito.

e fui acometida pela mania dos algarismos romanos. você notou?

Massa, pizza e sorvete – grandes invenções italianas, não conheço culinária mais deliciosa, Roma é uma cidade linda, italiano é gostoso de falar mesmo pra quem não sabe, a civilização ocidental deve muito aos romanos, mas já imaginou que inferno – pior que o de Dante – seria a sua infância se tivesse que aprender a multiplicar XXVIII por IV? Benditos sejam os árabes, seus algarismos arábicos e o gênio que inventou o ZERO.

(a propósito I: XXVIII mulitiplicado por IV dá CXII)
(a propósito II: leia “O Teorema de Fermat” se quiser conhecer mais sobre a história da matemática sem contas ou leitura difícil)

Vi Cruel – da Deborah Colker. Gostei de ver mais dança, e menos acrobacia. Preferi o segundo ato, amei os espelhos girando e bailarinos saindo e entrado deles. A crueldade das facas do primeiro ato me pareceu exagerada, talvez teatral demais para um espetáculo de dança, óbvio demais quando se pode fazer tanto da crueldade por gestos e expressões. Mas adorei a grande mesa que quase dançava de tanto que os bailarinos a movimentavam pelo palco. E o fim com o bailarino-assassino-passional das facas deixando o palco carregando o peso do seu ato. Por falar em final, me emocionou especialmente a iluminação do fim do segundo ato. Veja você também, é temporada popular no João Caetano – reformado e com Bibi Ferreira pedindo a sua e minha ajuda para mantê-lo bem conservado – e fica mais um ou dois fins de semana (e me desculpem pela informação pela metade).

Quero também dizer que buscando tecidos para reformar umas cadeiras, encontrei o Estúdio Zero e me apaixonei pelos tecidos, pelas estampas, pelas bolsas, pelos puffes e ainda vende roupas lindas para crianças até 4 anos!! Fica a dica.

E American Idol finalmente chegou a temporada de shows, e cá estou eu novamente acompanhando!! Por enquanto, vou de roqueira de 16 aninhos Alisson, Lil Rounds e o carinha de óculos que não sei o nome (ainda). E essa jurada nova, diz-se que é famosa pelas terras do Tio Sam, podia fazer menos bico e ser um pouco menos cópia da Paula Abdul. Gostei não.

E é isso aí, foi só uma passadinha rápida porque eu tenho saudades de escrever por aqui.

(ou músicas da minha vida)
porque a vi cantando ontem.
e porque foi dessas músicas que ouvi e entendi. se o Moska quis dizer tudo que eu entendi eu não sei, mas o meu entendimento foi o que marcou a música pra mim. e virou música que não vou esquecer jamais.

“Muito Pouco”

Composição: Moska

Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida traz.

Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais

Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Porque
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar

Porque muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero …

…veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior

E muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Pouco eu não quero mais.
Pouco eu não quero mais.


(e eu não sabia que Maria Rita era tão performática)

fotonaparede_logo_01b1-300x212Me lembro de um jantar em São Paulo, naquele restaurante de massa que eu adorava no Iguatemi (ou seria Morumbi Shopping?), eu e Dani divagando sobre a idéia de virarmos empresárias aliando dois temas que conhecemos e gostamos: fotografia e internet. Foi naquela noite que surgiu o nome: “Foto na Parede”. Eu não vou a São Paulo – felizmente – faz tempo, então já não sei mais ao certo quando foi. Mas ficou a idéia, que foi tomando forma aos poucos, passou por um período de incubação, ganhou mesada e virou empresa, virou projeto, virou quase um filho 🙂 Virou também trabalho duro. E animação e ansiedade e paixão e mais trabalho duro 🙂

Foto na Parede será uma loja online para venda de fotografias e ilustrações impressas, em parceria com diversos artistas. Queremos trazer mais arte pro seu dia a dia. Estaremos funcionando a partir do final de março. Gostou da idéia? Acesse e deixe seu email conosco que te avisamos do lançamento.

Aviso também que o momento atual é de seleção de imagens pro nosso catálogo, e se você é fotógrafo ou ilustrador – hobbista ou profissional – com um trabalho legal, participe! Para conhecer mais do nosso negócio e descobrir como participar da seleção e comercializar fotos conosco, acesse www.fotonaparede.com.br/selecao. Para o catálogo de lançamento, estamos aceitando imagens para seleção até 13-fev.

A vida anda uma correria e na barriga tem um friozinho gostoso, e estamos amando tudo isso. E o Foto na Parede será um sucesso!

(vamos aos créditos: nosso lindo logotipo, design e usabilidade são de Dani Lima. claro. a loja está sendo (bem) desenvolvida pela Indexa. E importante: a idéia é conjunta e o negócio também mas o nome saiu da cabecinha de Deise Lima. eu tinha que ajudar com alguma coisa, né? :))


Meryl Streep, divina em cenário grego belíssimo, em cena perfeita de “Mamma mia” – o musical. Se não viu, veja. Mesmo que não goste de Abba ou que não goste de musicais, veja.
Me lembraram dessa música hoje, na hora do almoço. E ela não saiu mais da minha cabeça e desde que vi o filme, se escuto a música penso em um abismo profundo.
I don’t wanna talk. The winner takes it all.

De tudo um pouco:

Conheça também:

O Jardim em fotos

Por onde viajo…

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